GRNEWS TV: Pará de Minas terá 26 veículos novos para reforçar o transporte da saúde

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Luiz Lima, vice-prefeito e secretário municipal de Saúde, e Cristiane dos Santos Paulino, referência técnica de Planejamento e Gestão em Saúde, anteciparam que a Prefeitura de Pará de Minas prevê receber, até o fim de 2026, um total de 26 veículos destinados à área da saúde. O investimento busca ampliar a capacidade de transporte sanitário, melhorar o conforto dos pacientes e reduzir a dependência de veículos alugados.

De acordo com as informações apresentadas pela gestão municipal, a frota será composta por três ambulâncias, 18 carros com cinco lugares, uma minivan para dez passageiros e quatro veículos com capacidade para sete pessoas. Parte dos veículos já foi recebida, enquanto os demais estão previstos para chegar até dezembro.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Lima, a incorporação dos veículos próprios também permitirá substituir parte dos automóveis terceirizados, reduzindo despesas com locação e fortalecendo a estrutura de atendimento.

Transporte para pacientes de convênios gera debate
Durante a entrevista, Luiz Lima defendeu a discussão de alternativas para oferecer transporte público também a pessoas atendidas por planos de saúde e pelo IPSEMG. Ele ressaltou, porém, que as normas atuais restringem o serviço vinculado ao SUS aos pacientes atendidos pelo sistema.

O secretário considera necessária uma articulação para discutir possíveis mudanças, desde que a ampliação não prejudique quem depende exclusivamente da rede pública.

Transferências hospitalares seguem regulação estadual
Outro tema abordado foi o encaminhamento de pacientes para internação. Cristiane explicou que o sistema CORE, que substituiu o SUS Fácil, organiza a distribuição de vagas hospitalares em todo o estado.

Quando não há leito disponível em Pará de Minas, o paciente pode ser direcionado a outro município. A decisão depende da disponibilidade e da regulação estadual, não da escolha individual de autoridades municipais.

A gestão informou que busca manter os pacientes no município sempre que possível, facilitando o acompanhamento familiar, mas algumas transferências são necessárias conforme a oferta de vagas e as necessidades clínicas.

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