PRF, TREs e forças de segurança atuarão em conjunto nas Eleições 2026
Operação integrada e monitoramento nacional para o pleito
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atuará de maneira integrada com os tribunais regionais eleitorais (TREs), instituições públicas e corporações de segurança pública com o propósito de assegurar a livre circulação dos cidadãos rumo às urnas, resguardar a integridade pública e prevenir transtornos aos votantes no decorrer do primeiro turno das eleições, marcado para o próximo domingo (4).
De acordo com a instituição policial, uma comissão especial voltada para o pleito foi estabelecida com a finalidade de coordenar as intervenções locais de acordo com as particularidades de cada território. O acompanhamento integral de todos os eventuais registros criminais ocorrerá por meio do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), instalado na matriz da PRF, em Brasília.
Planejamento de rotas e restrições para veículos pesados
A corporação aconselha que os eleitores programem com antecedência o trajeto até as respectivas seções eleitorais, consultando previsões meteorológicas e os horários de maior fluxo.
Tanto no dia 4 quanto no dia 25 de outubro, caso ocorra segundo turno, vigorarão limitações de trânsito específicas para caminhões e veículos de grande porte que excedam as medidas de 2,40 metros de largura, 4,40 metros de altura ou 19,80 metros de comprimento total. O intuito principal da determinação consiste na prevenção de engarrafamentos nas estradas.
Novas regras para interdições e abordagens em rodovias
Os bloqueios em rodovias passam a ser permitidos unicamente em caráter excepcional, exigindo o cumprimento estrito de requisitos como autorização prévia concedida pela Justiça Eleitoral, justificativa formal da medida e a sinalização obrigatória de caminhos alternativos.
Da mesma forma, as abordagens a veículos foram limitadas a cenários que caracterizem ameaça real e imediata à vida ou à integridade física dos indivíduos.
Histórico de fiscalizações e condenação de ex-diretor
A medida visa coibir a repetição de interdições irregulares semelhantes às ocorridas no pleito de 2022, ocasião em que a PRF realizou fiscalizações direcionadas a ônibus de passageiros na região Nordeste.
Conforme apontamentos da Procuradoria-Geral da República, tais diligências foram concentradas em zonas onde o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva liderava as preferências nas pesquisas, com o intuito de dificultar o acesso do eleitorado aos locais de votação.
Em decorrência da participação na trama golpista, o ex-diretor-geral da PRF à época dos fatos, Silvanei Vasques, recebeu condenação do Supremo Tribunal Federal (STF) a uma pena de 24 anos e 6 meses de reclusão. Com informações da Agência Brasil.
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