Programa sanitário reduz dose da vacina para tornar o Brasil zona livre de Febre Aftosa

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A nova fórmula da vacina contra febre aftosa em dose reduzida de 5 ml para 2 ml e sem a substância saponina estará disponível para o produtor somente no mês de maio de 2019, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

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Na primeira fase de vacinação em maio deste ano a forma de aplicar o produto deverá ser preferencialmente subcutânea e não intramuscular, visando alcançar maior eficiência do produto e evitar perdas no abate.

Por enquanto nenhuma mudança nas campanhas deste ano será implantada pelos agentes sanitários. O objetivo é retirar futuramente a vacinação dos rebanhos para que o país seja declarado zona livre de aftosa sem vacinação.

Entretanto, a retirada completa da vacina deverá acontecer somente em 2021. A meta está prevista no Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA).

De acordo com Lucas Silva Jardim, chefe do escritório do IMA em Pará de Minas, apenas o estado de Santa Catarina possui o status de estado livre de Febre Aftosa sem vacinação e o alvo é conseguir este feito no restante do país:


Lucas Silva Jardim
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As mudanças propostas pelo MAPA deverão ser validadas pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). O território brasileiro foi dividido em blocos e a redução da vacina será feita gradativamente:

Lucas Silva Jardim
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O planejamento é para que o Brasil seja zona livre de Febre Aftosa sem vacinação até o ano de 2026. Será necessário um controle rigoroso do transporte de animais para que o vírus saia completamente de circulação entre os rebanhos.

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