AMA Pangeia denuncia descarte incorreto de lixo contaminado e garis de Pará de Minas temem infecções

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O Portal GRNEWS divulgou recentemente que a Engesp, responsável pela coleta de lixo em Pará de Minas, pediu mais uma vez a ajuda da população. Em meio à pandemia, é comum encontrar lixo possivelmente contaminado, armazenado de forma incorreta.

Reprodução / Redes Sociais

Este descarte inadequado tem colocado em risco a vida dos garis de Pará de Minas. Muitos contraíram o novo coronavírus e um colaborador faleceu após complicações da doença, o que aumentou ainda mais o medo destes profissionais.

Diante disso, a Associação Amigos do Meio Ambiente (AMA Pangeia) decidiu ajudar estes profissionais na divulgação das formas corretas de armazenamento do lixo, além de auxiliar na orientação de toda população.

Reprodução / Redes Sociais

As fotos exibidas nesta reportagem mostram que moradores descartaram incorretamente o lixo. Seringas e agulhas foram colocadas em embalagens de plástico, que podem ser perfuradas quando o gari pegar no recipiente.

A AMA Pangeia está ciente do problema e pede colaboração de todos. Ao Portal GRNEWS o presidente da associação, Kenede Antônio dos Reis, destaca que os profissionais da coleta em Pará de Minas estão assustados com a forma como a população tem descartado o lixo. Eles temem ser infectados com máscaras e seringas descartadas de qualquer forma e por isso cada paraminense é responsável por manter produtos que possam machucar ou contaminar os garis:


Kenede Antônio dos Reis

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Além de orientar a população, a AMA Pangeia também está cobrando a inclusão dos garis no plano de vacinação contra a Covid-19:

Kenede Antônio dos Reis
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No caso de máscaras e luvas descartáveis, estas devem ser acondicionadas em dois sacos plásticos resistentes e bem vedados. Se possível escrever na sacola que o material pode estar contaminado.

Reprodução / Redes Sociais

Já no caso das seringas e agulhas, a recomendação é que sejam bem acondicionados num recipiente de vidro ou plástico, vedado, e depois seja entregue em uma unidade de saúde, que pode providenciar o descarte correto do material. No caso do vasilhame de plástico, ele deve ser grosso o suficiente para que a agulha não saia pelo outro lado.

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