Paralisação chega ao 8º dia e caminhoneiros em Igaratinga pedem renúncia de Michel Temer

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A paralisação dos caminhoneiros chegou ao oitavo dia nesta segunda-feira, 28 de maio. O movimento continua mesmo com anúncio do presidente da República Michel Temer (MDB-SP) de reduzir em R$ 0,46 o preço do litro do diesel nas bombas durante 60 dias e do fim da cobrança de pedágios por eixos suspensos.

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Além disso, o Senado se reunirá em caráter extraordinário para aprovar uma lei regulamentando uma tabela para o pagamento dos fretes. As concessões foram anunciadas depois de uma longa reunião com representantes da categoria.


Mas, pelo menos 24 pontos continuam ocupados por manifestantes em Minas Gerais, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os locais estão liberados para veículos de passeio e veículos que transportam medicamentos.

Caminhões-tanques estão sendo escoltados pela Polícia Militar durante o trajeto até alguns postos de combustíveis. Esse abastecimento emergencial é para viaturas da PM, ambulâncias, hospitais e outros serviços essenciais.


A paralisação continua na BR-262, próximo a trevo de acesso ao distrito de Antunes, município de Igaratinga. Os caminhões estão estacionados do lado de fora da pista de rolamento e não há bloqueio no local.

O motorista Gilmar Ferreira de Almeida veio de Mato Grosso do Sul e revela que os trabalhadores estão recebendo apoio da população com local para banho e comida. Segundo ele, os custos do transporte estão insustentáveis:


Gilmar Ferreira de Almeida
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Gleisson Aparecido Felipe está participando da manifestação há oito dias. Para ele as medidas adotadas pelo governo federal não atenderam as demandas dos caminhoneiros. É preciso baixar ainda mais o preço do óleo diesel:


Gleisson Aparecido Felipe
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Roberto Weber veio do Rio Grande do Sul e também reivindica a queda de todos os combustíveis. Ele ressalta que toda a população está revoltada com tanta roubalheira e o Brasil quer a saída do presidente Michel Temer:


Roberto Weber
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Os caminhoneiros continuam resistindo em vários pontos do Brasil. Ele esperam aprovam de leis no Congresso Nacional e não estão muito confiantes nas Medidas Provisórias (MP’s) anunciadas por Michel Temer. Argumentam que enquanto não virar lei, eles não tem garantia de nada, Lembram que a Medida Provisória da Reforma Trabalhista caducou na Câmara dos Deputados.

Por outro lado, o governo federal diz que fez o possível para atender as reivindicações e insiste em dizer que a paralisação acabou em quase todo o Brasil e que os caminhoneiros estão retomando o trabalho. A categoria desmente, basta ver a grande quantidade de vídeos nesse sentido que circula nas redes sociais gravados nesta segunda (28).

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