Lâmpadas incandescentes não poderão ser comercializadas a partir de quinta-feira

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A partir desta quinta-feira, 30 de junho, as lâmpadas incandescentes não poderão ser vendidas no país. Os consumidores terão apenas as fluorescentes ou aquelas com tecnologia LED. Apesar de mais caras elas consomem menos energia e duram mais.

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As lâmpadas fluorescentes compactas chegam a economizar 75% quando comparadas as lâmpadas incandescentes. No caso da lâmpada de LED, a economia sobe para 85%. A durabilidade da LED é 25 vezes superior.

Ela também chega a durar quatro vezes mais que as lâmpadas fluorescentes. A tecnologia de ponta contribui para a economia e o meio ambiente, e ao mesmo tempo disponibiliza uma excelente luminosidade.

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A substituição das lâmpadas incandescentes no Brasil começou no ano de 2012, quando foi proibida a venda de lâmpadas com mais de 150W. Em 2013 foi eliminadas lâmpada de potência entre 60W e 100W. No ano de 2014 foi a vez das lâmpadas de 40W a 60W.

Geraldo Magela de Faria, sócio-proprietário Eletrofaria, loja de materiais elétricos em Pará de Minas, afirma que as lâmpadas incandescentes sairão do mercado, mas serão trocadas pelas lâmpadas halogênicas que também gastam muito:

Geraldo Magela de Faria
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O empresário ressalta que infelizmente no Brasil alguns diretores de alguns órgãos ficam atrás de uma mesa editando e publicando normas sem avaliar o real impacto na sociedade, bem como na indústria:

Geraldo Magela de Faria
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O longo processo de substituição termina no próximo dia 30 junho, com a proibição das lâmpadas com potência inferior a 40W. Estabelecidos, fabricantes, atacadistas e varejistas serão fiscalizados.

As lojas, os importadores e os fabricantes serão fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e quem não atender as exigências legais estará sujeito à multa.

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