O prato de arroz com feijão está cada vez mais “salgado” e assustando os paraminenses

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Os consumidores continuam sentindo no bolso o peso dos aumentos nos produtos alimentícios. O feijão tem sido o principal vilão e chegou a subir aproximadamente 60% em alguns casos, nos últimos doze meses.

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O arroz ainda não teve um aumento de preço tão significativo neste ano, segundo o IBGE. A alta acumulada é de 5,21%. Mas, a situação tende a mudar e a alta nos preços do arroz deve se intensificar até o final do ano.

Isso deverá ocorrer porque a produção do cereal foi afetada pelas últimas chuvas. Enquanto isso as famílias fazem um verdadeiro malabarismo para conter os gastos e amenizar os efeitos dos aumentos.

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O tradicional prato feito ou PF como se popularizou está com um preço bem mais “salgado” nos restaurantes. Muitas pessoas estão optando por levar marmita para o trabalho e substituindo os ingredientes mais caros.

José Alves de Lima Campos afirmou que vem fazendo pesquisa de preços nos supermercados de Pará de Minas. Para ele todos os produtos que fazem parte da cesta básica estão muito caros e a situação está crítica:

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José Alves de Lima Campos
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A dona de casa Sônia Fernandes está assustada com a alta dos gêneros alimentícios nos últimos meses. Ela disse que os preços estão nas alturas e muitos chefes de família estão passando por sérias dificuldades:

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Sônia Fernandes
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O comerciante Romes Dionízio de Almeida trabalha no ramo de restaurante e revela que a estratégia adotada foi à redução da margem de lucro. Além disso, é preciso pesquisar e aproveitar as promoções dos produtos de qualidade:

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Romes Dionísio de Almeida
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O presidente em exercício, Michel Temer, divulgou medidas de estímulo à importação do feijão visando reduzir o preço. O governo estuda retirar impostos e taxas dos produtos de países como a China e o México. Porém, a prioridade será trazer os grãos e cereais da Argentina e do Paraguai.

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