Diretores se reúnem com militares para traçar estratégias e melhorar segurança nas escolas de Pará de Minas

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Uma escola em Suzano na região metropolitana de São Paulo foi alvo de um massacre cometido por dois ex-alunos. Eles entraram no prédio atirando, mataram sete estudantes e funcionários, deixaram ainda 11 pessoas feridas, e depois se mataram. Antes mataram um comerciante da região. Desde então, o Brasil está com medo dessa onda de violência. É que não é raro que tragédias como esta se repitam.

Em Pará de Minas, no último 18 de março, um plano de ataque encontrado na Escola Estadual Manoel Batista aterrorizou pais e alunos. Nele, frases e desenhos ameaçadores.

Após uma rigorosa investigação, a Polícia Civil conseguiu encontrar o estudante. O rapaz tem 18 anos e laudos comprovaram que ele é esquizofrênico. Ao delegado e detetives ele afirmou que era uma brincadeira e que viu a repercussão do massacre em São Paulo. Ainda durante a investigação, ficou constatado que ele teria pesquisado na internet sobre atentados a escolas tanto brasileiras como de outros países, e também sobre a suástica, símbolo nazista.

O rapaz está sendo acompanhado por uma psicóloga da Delegacia Regional de Polícia Civil e seu futuro educacional está sendo estudado pela Superintendência Regional de Ensino (SRE).

Passado o susto inicial, muitos diretores ficaram preocupados com a situação. A superintendente regional de ensino, Silvânia de Fátima Gonzaga Belmonte Galvão, pediu ao comando da 19ª Companhia Independente de Polícia Militar que traçasse planos de segurança para as escolas da cidade.

O capitão Fábio Santos, subcomandante da Polícia Militar em Pará de Minas, convocou o encontro e repassou aos diretores várias dicas importantes de segurança para a instituição de ensino e especialmente para os funcionários.

De acordo com a superintendente, agora todos os profissionais sabem quais as medidas certas a serem tomadas nestas situações extremas:


Silvânia de Fátima Gonzaga Belmonte Galvão
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A maioria das escolas mantém os portões fechados para evitar que estranhos entrem ou os próprios estudantes saiam fora do horário.

No encontro entre militares e diretores, o subcomandante da unidade ainda deu dicas para que os profissionais fiquem sempre atentos aos comportamentos de cada estudante:

Silvânia de Fátima Gonzaga Belmonte Galvão
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Silvânia Galvão ressalta ainda que os próprios estudantes devem ficar atentos ao colega de sala e analisar o que ele tem feito, se está se tornando uma pessoa isolada. Caso algo diferente seja detectado, ela deve avisar a direção da escola o quanto antes:

Silvânia de Fátima Gonzaga Belmonte Galvão
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A superintendente regional de ensino Silvânia de Fátima Gonzaga Belmonte Galvão ressaltou ainda que projetos desenvolvidos pela Polícia Militar serão implantados em todas as escolas da cidade.

Disse também que o Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) também será retomado em breve nas escolas de Pará de Minas e os militares passarão a atuar tanto dentro como fora das instituições de ensino.

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