Proprietário de posto diz que a carga tributária pesada é responsável pelo alto preço dos combustíveis

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O assunto em destaque nos últimos dias não tem sido outro senão a paralisação dos caminhoneiros por todo o país. Outros segmentos como vans e ônibus também estão paralisando as atividades.

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Estão sendo formadas filas de carros nos postos de combustíveis porque já está ocorrendo um desabastecimento. A situação é grave porque até mesmo o setor de alimentos e outros produtos essenciais tiveram reflexos.

Os caminhoneiros estão organizados pontos de parada estratégicos nas rodovias e recebendo ajuda de voluntários que apoiam o movimento. O tráfego de veículos de grande porte está paralisado em 24 estados e no Distrito Federal.

O empresário Geraldo Magela Almeida, proprietário de postos de combustíveis em Pará de Minas, afirma que é preciso tomar uma posição para que os governos estadual e federal respeitem mais a população:


Geraldo Magela Almeida
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Os caminhoneiros precisam manter o movimento forte para que não caia no descrédito. A greve nos transportes será penosa para todos, mas servirá de lição para todos os segmentos da sociedade:

Geraldo Magela Almeida
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Os caminhoneiros parados nas estradas de todo o país estão sofrendo. Ao fazer os cálculos do valor final dos combustíveis é possível verificar o quanto se paga de imposto, o que onera principalmente os consumidores:

Geraldo Magela Almeida
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O álcool e a gasolina praticamente esgotaram nos postos de combustíveis de Pará de Minas. Apenas o óleo diesel está sendo comercializado e essa situação poderá gerar grandes transtornos para toda a população:

Geraldo Magela Almeida
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De acordo com o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, o governo decidiu zerar a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) que incide sobre os combustíveis.

O tributo é cobrado desde o ano de 2015 e a alíquota é de R$ 0,10 por litro de gasolina e R$ 0,05 por litro de diesel. Não existe a cobrança sobre o preço do álcool. A CIDE corresponde a 2% do preço da gasolina e 1,5% do diesel. Mas o ministro da Fazenda Eduardo Guardia diz que essa medida só será efetiva quando o Congresso Nacional aprovar projeto acabando com a desoneração das folhas de 25 setores beneficiados.

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual que varia conforme o estado, também encarece os combustíveis. Para piorar, em Minas Gerais os deputados estaduais aprovaram recentemente o aumento desse imposto incidente sobre os combustíveis no estado, fazendo com que os mineiros paguem mais caro pelo produto.

PIS/COFINS e CIDE são os impostos federais cobrados no valor final dos combustíveis.

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