Ninguém aguenta mais aumento de combustível, diz presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte

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As manifestações dos caminhoneiros continuam em 24 estados e no Distrito Federal. A categoria que transporte o país está demonstrando a insatisfação com as constantes altas no preço dos combustíveis.

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O grande problema é que os custos só aumentam e o valor do frete continua estacionado. A conta só fecha no vermelho e até mesmo as empresas de transporte estão sofrendo com a nova política de preços da Petrobras.

A maior empresa estatal brasileira foi mal administrada nos últimos anos e registrou bilhões de prejuízos em projetos faraônicos que não deram lucros e a roubalheira oriunda da corrupção que ficou sistêmica.

Como sempre o cidadão é quem paga a conta pelos desmandos do atual governo. A turbulência foi tamanha que a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) sofreu um processo de impeachment e deixou o cargo.

O presidente Michel Temer (MDB) e seu governo tampão está cumprindo o mandato até dezembro deste ano. Porém, o sistema continua penalizando os contribuintes e as empresas e os cidadãos continuam insatisfeitos.

Só este ano os preços dos combustíveis subiram assustadoramente. Vale ressaltar que a maior parte do valor final do produto é formada por impostos federais e estaduais. A União e o Estado tem uma fome voraz de arrecadação.

Pela nova política da Petrobras em julho do ano passado, os valores dos combustíveis sofrem alterações quase diariamente devido a cotação internacional do barril de petróleo e a variação cambial. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), em apenas um mês o litro do óleo diesel nas bombas subiu de R$ 3,42 para R$ 3,59.

Na segunda-feira, 21 de maio, os caminhoneiros de todo o Brasil iniciaram uma greve geral para pressionar a classe política. O movimento surgiu depois que os combustíveis sofreram um novo reajuste.

Francisco Ferreira Borges, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Pará de Minas, afirma que desta vez o movimento está agindo corretamente, parando nos pátios dos combustíveis e não provocando transtornos em rodovias:


Francisco Ferreira Borges
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A carga tributária é muito alta e a classe política não corresponde aos anseios da população com serviços públicos de qualidade e estradas em bom estado de conservação. Os caminhoneiros exigem mais respeito e a situação está ficando insustentável:

Francisco Ferreira Borges
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Os combustíveis já praticamente acabaram nas bombas e os resultados na economia serão devastadores. Porém, as manifestações precisam ser feitas para que o governo tome medidas para melhorar a situação do país:

Francisco Ferreira Borges
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A Associação Brasileira de Caminhoneiros (ABCAM) participará de uma reunião nesta quarta-feira (23) com o ministro dos Transportes, Valter Casemiro, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun e com o diretor geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Mário Rodrigues.

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