Paraminenses voltam às ruas e querem derrubada do projeto de reforma da Previdência. Veja imagens

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Os paraminenses realizaram mais uma manifestação no início da noite desta quinta, 23 de março. O movimento se concentrou na praça Padre José Pereira Coelho, Centro, e percorreu as principais vias da cidade.


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Entre os manifestantes estavam trabalhadores da iniciativa privada, professores, profissionais autônomos, servidores públicos entre outros. Todos foram às ruas demonstrar a indignação com a Proposta de Emenda Constitucional 287, que trata da reforma da Previdência Social.


É o terceiro protesto promovido pelos paraminenses e todos os apoiadores querem a derrubada da proposta na Câmara dos Deputados, em Brasília. Para os trabalhadores a mudança praticamente acabará com a aposentadoria no Brasil.


O professor Inácio Lopes da Silva chama a proposta de “PEC do Calote” porque o governo federal está transferindo a conta dos desmandos e da corrupção para a classe trabalhadora. Ele deixa claro que ninguém quer emendas ao projeto e sim o fim dele:


Inácio Lopes da Silva
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Leandro Augusto, diretor do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (SIND-UTE) em Pará de Minas, afirma que Pará de Minas tem um deputado federal, Eduardo Barbosa, e o movimento quer que ele vote contra a reforma da Previdência:

Leandro Augusto
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Em relação à declaração do presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP) de que seriam feitas mudanças na lei para que os servidores públicos estaduais e municipais não fossem afetados pela mudança, o líder sindical rebate dizendo que tudo não passa de uma mentira e a luta é em prol de todos os trabalhadores:


Leandro Augusto
manifestaçãoleandroaugusto2


Tânia Valeriano Chaves Leite, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal (SITRASERP) também apóia o movimento. Ela ressalta que a proposta de alteração da lei previdenciária é um retrocesso:


Tânia Valeriano Chaves Leite
manifestaçãotaniavalerianochaves


Atrelada as manifestações, foi deflagrada uma greve nas escolas estaduais de Minas Gerais. Os professores cobram reajustes salariais e melhores condições de trabalho do governo de Fernando Pimentel (PT).




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