GRNEWS TV: Vacina contra a Dengue não substitui o combate ao mosquito transmissor da doença, alerta diretor de Vigilância em Saúde

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, o diretor de Vigilância em Saúde, Adilson José Batista, detalhou as estratégias adotadas pelo município para conter o avanço da dengue em Pará de Minas.

Custos altos reforçam importância do cuidado diário
Em Pará de Minas, os gastos acumulados com o tratamento da dengue ao longo dos anos seriam suficientes para manter ações preventivas contínuas por toda uma gestão. O alerta é claro: quando a população não faz a sua parte, o custo da saúde pública aumenta, pressionando ainda mais o orçamento municipal, já que os repasses dos governos não cobrem todas as despesas do setor.

Vacina ajuda, mas não resolve sozinha
A chegada da vacina contra a dengue é vista como um avanço importante. Testes e campanhas já foram realizados em alguns municípios brasileiros e a imunização começou por profissionais de saúde. Especialistas avaliam que a vacina pode reduzir casos graves e salvar vidas, especialmente entre idosos, crianças e pessoas com menor mobilidade. No entanto, ela não tem eficácia total nem proteção permanente, o que exige atenção contínua.

Risco de acomodação preocupa especialistas
Um dos principais receios é o relaxamento da população após a vacinação. A falsa sensação de proteção pode levar ao abandono de cuidados básicos, como eliminar água parada e permitir o trabalho dos agentes. A vacina reduz riscos, mas não impede novas infecções, reforçando que a prevenção segue sendo a principal arma contra a doença.

Prevenção como estratégia central
Eliminar criadouros do mosquito continua sendo a medida mais eficaz e barata. Cada morador tem papel fundamental ao cuidar do próprio quintal e colaborar com as equipes de saúde. Experiências anteriores mostram que, com organização e prioridade política, é possível reduzir drasticamente os casos, como já ocorreu no município em anos passados.

Tecnologia e parcerias ampliam o combate
Além das ações tradicionais, o município já participou de projetos-piloto com instituições como a Fiocruz e acompanha novas tecnologias, como armadilhas e o método Wolbachia, que utiliza mosquitos modificados para reduzir a transmissão. A combinação de ciência, gestão eficiente e participação popular é apontada como o caminho mais seguro para vencer a dengue.

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