Exames preventivos e acompanhamento por faixa etária são essenciais no combate ao câncer

A luta contra o câncer ganhou um aliado fundamental na medicina moderna: a personalização do cuidado. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) reforçam que uma parcela considerável dos diagnósticos pode ser evitada ou tratada com altos índices de sucesso, desde que a identificação ocorra em fases iniciais. A estratégia atual de prevenção descarta fórmulas genéricas e foca na individualidade, considerando o histórico familiar, o estilo de vida e, principalmente, a idade de cada paciente.

Para Luiz Dornelles, superintendente corporativo da Select Operadora de Saúde, a vigilância deve anteceder qualquer sintoma. O executivo destaca que a rotina de check-ups regulares é o que efetivamente salva vidas, permitindo intervenções rápidas e menos invasivas.

O cronograma da prevenção ao longo da vida
A jornada de cuidados começa cedo, muitas vezes focada na educação e na imunização. Até os 20 anos, o objetivo principal é a prevenção primária, com destaque para as vacinas contra o HPV e a Hepatite B, além da consolidação de hábitos saudáveis. Para o público feminino com vida sexual ativa, o exame de Papanicolau já pode entrar no radar conforme orientação médica.

Ao entrar na fase dos 25 aos 39 anos, o Papanicolau torna-se uma recomendação regular para as mulheres. É também o período em que avaliações dermatológicas para prevenir o câncer de pele e o monitoramento clínico das mamas ganham relevância. Segundo Dornelles, este é o momento ideal para estabelecer um vínculo de cuidado contínuo, mesmo na ausência de sinais de doença.

Rastreamento intensivo a partir dos 40 anos
A maturidade traz a necessidade de exames de imagem mais específicos. Dos 40 aos 49 anos, a mamografia e os exames de próstata começam a ser discutidos com maior frequência, especialmente para quem possui histórico genético. Já após os 50 anos, os protocolos tornam-se ainda mais abrangentes. Além da mamografia e do PSA (procurado por homens), a colonoscopia passa a ser indicada para o rastreamento do câncer colorretal, geralmente com intervalos de dez anos.

Independentemente da idade cronológica, fatores de risco como o tabagismo, o consumo de álcool, a obesidade e a exposição solar inadequada podem antecipar a necessidade desses exames. O superintendente da Select ressalta que cada história clínica é única e deve ser respeitada em sua complexidade.

O papel estratégico do suporte assistencial
Quando o diagnóstico é confirmado, a agilidade no início do tratamento torna-se o fator decisivo para o prognóstico. Planos de saúde estruturados, como a Select Operadora de Saúde, desempenham um papel vital ao garantir acesso rápido a oncologistas, exames de alta complexidade e terapias modernas, como a imunoterapia e as terapias-alvo.

Além do suporte técnico e clínico, o acolhimento multidisciplinar ajuda o paciente a enfrentar a jornada terapêutica de forma menos solitária. Como pontua Luiz Dornelles, falar sobre o combate ao câncer é, acima de tudo, falar sobre responsabilidade com o futuro e a valorização da vida através da informação e da prevenção ativa. Com informações da Assessoria de Comunicação da Select Operadora de Saúde.

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