Comércio começa a contratar temporários para o Natal e sindicalista dá dicas para empregadores e trabalhadores

Há cerca de três meses para o Natal os comerciantes já estão de olho nas vendas já que a época é a melhor do ano pra eles. Como as lojas ficam abertas até mais tarde e há aumento na movimentação nas lojas, o jeito é contratar mais funcionários. É aí quem entram as contratações temporárias.

A Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) prevê a criação de mais de 570 mil vagas temporárias até o fim do ano, e a notícia tem animado que está a procura de emprego, pois dependendo da situação o empresário pode até mesmo continuar com o trabalhador.

Mas o presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Pará de Minas Fausto José Conceição Abreu não está tão animado assim. É que por causa da crise e da desconfiança do empresariado brasileiro, o número de contratações temporárias deve ser menor este ano:

Fausto José Conceição Abreu
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O funcionário temporário deve ficar atento aos seus direitos que são iguais aos do trabalhador da mesma categoria. Ele recebe salário, hora extra, férias e 13º salário proporcionais. No comércio é preciso ficar atento ao acordo que será feito com o empregador:

Fausto José Conceição Abreu
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O contrato de trabalho temporário tem prazo máximo de duração de três meses. Apenas se houver autorização do Ministério do Trabalho e Previdência Social é que pode ser prorrogado por mais três meses. O empregador também deve anotar na carteira do trabalho do funcionário as condições de temporário.

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