Sindicalista que representa motoristas defende radares em pontos estratégicos das rodovias federais

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Uma transmissão ao vivo pelo Facebook oficial do presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi notícia na quinta-feira, 7 de março. Segundo ele, em seu governo não serão instaladas lombadas eletrônicas nas rodovias federais. E ainda afirmou que assim que os contratos vigentes com as empresas acabarem, eles não serão renovados.

É que de acordo com Jair Bolsonaro o objetivo principal não é diminuir acidentes e sim lucrar com as multas. O presidente quer acabar com o que classifica como “indústria de multas”, mas afirmação dividiu opiniões entre condutores de veículos e especialistas em trânsito.

O Brasil é um dos países que mais registra mortes no trânsito. Estes casos fatais poderiam ser evitados, segundo especialistas, com a melhoria da estrutura das estradas, conscientização dos usuários e melhoria da fiscalização.

Com o pronunciamento do presidente, muitas associações ligadas ao trânsito se pronunciaram. A Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR) defendeu o uso dos radares para redução de acidentes graves.

Já o Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Rodoviário de Pará de Minas defende a fiscalização rígida dos órgãos competentes para conscientizar e educar o motorista. Mas o presidente Francisco Ferreira Borges concorda com Bolsonaro e diz o que se vê Brasil afora é à famosa indústria da multa:


Francisco Ferreira Borges
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Porém, Francisco Ferreira Borges acredita que os radares e lombadas devem continuar em pontos estratégicos. Ele citou um exemplo na rodovia BR-262 onde é necessário um equipamento para conscientizar os motoristas:

Francisco Ferreira Borges
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Ainda quando ocupava o cargo de deputado, o atual presidente da República Jair Bolsonaro, gravou um vídeo reclamando dos radares na rodovia que liga o Rio de Janeiro a Santos.

Mas é importante lembrar que conduzir um veículo utilizando o celular é considerado infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A multa é de R$ 283,47 além de perder sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Esta multa pode ser combinada ainda com outra. A condução de veículos sem as duas mãos ao volante custa R$ 130,16 e rende menos cinco pontos na CNH.

Diferente de textos e publicações que circulam nas redes sociais, o presidente não assinou nenhum decreto ou lei sobre esse assunto. Foi feita apenas a transmissão ao vivo citando o interesse do governo federal em acabar com esses equipamentos.

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