Soberania rubro-negra no Pacaembu garante o bicampeonato da Copinha Feminina

O Estádio do Pacaembu, em São Paulo, foi palco de um verdadeiro espetáculo das categorias de base do futebol feminino na noite deste sábado. Com uma atuação avassaladora, o Flamengo não deu chances ao Grêmio e faturou o título da Copa São Paulo de Futebol Feminino após uma vitória incontestável por 6 a 0. O resultado consagra o trabalho das “Meninas da Gávea”, que agora ostentam o bicampeonato da competição nacional.

Domínio absoluto e chuva de gols na decisão
A final foi marcada por um controle total da equipe carioca desde os primeiros minutos. O placar elástico começou a ser construído com Kaylane Vieira, seguido por uma atuação inspirada de Brendha, que balançou as redes duas vezes. O massacre prosseguiu com tentos de Anna Luiza e Nina Garrit, além de um gol contra anotado por Ana Vidal, do Grêmio. A superioridade técnica e tática do Flamengo impediu qualquer reação das jogadoras gaúchas, que viram o troféu escapar em uma noite de rara eficiência do ataque rubro-negro.

Escrita carioca se mantém na história do torneio
O triunfo do Flamengo reforça uma tendência curiosa e marcante desde a criação do certame: a hegemonia absoluta dos clubes do Rio de Janeiro. Até o momento, o estado foi o único a levantar a taça da Copinha Feminina. A sequência vitoriosa começou com o próprio Flamengo em 2023, quando venceu o Botafogo na final. No ano seguinte, foi a vez do Fluminense manter o troféu em solo carioca ao derrotar o Internacional. Agora, em 2025, o Flamengo retoma o topo, confirmando a força das bases cariocas no cenário feminino.

Preparação e futuro das promessas da Gávea
A conquista do bicampeonato solidifica o projeto do Flamengo voltado para a formação de novas atletas. Com nomes que se destacaram individualmente na goleada, a expectativa é que boa parte deste elenco seja aproveitada na equipe principal em breve. O título conquistado diante de um adversário de peso como o Grêmio demonstra que a estrutura rubro-negra segue colhendo frutos e elevando o nível de competitividade do futebol feminino no país. Com informações da Agência Brasil

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