Projeto piloto sobre Aedes aegypti já traz bons resultados e estudo mostrará técnicas eficazes de combate ao mosquito

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O Município de Pará de Minas é sede, desde outubro de 2019, de um projeto piloto desenvolvido pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), Secretaria de Estado de Saúde (SES) e Prefeitura. Profissionais desenvolvem e analisam métodos de vigilância e controle do Aedes aegypti e Aedes albopictus, transmissores da Dengue, Zika e Febre Chikungunya.

O Portal GRNEWS já publicou como o projeto é desenvolvido na cidade e a importância deste novo estudo que pode ajudar o país inteiro a combater os mosquitos transmissores das doenças.

Enquanto o agente de Combate a Endemias está nos imóveis, instalando armadilhas, equipamentos e aplicando inseticidas, três profissionais passam o dia em uma sala na sede do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), no bairro João Paulo II.

O Portal GRNEWS teve acesso ao laboratório, que tem até criadouro do Aedes aegypti. O motivo? Ver quais métodos são capazes de combater de vez o mosquitinho que tem feito tantas vítimas fatais em todo o país.

O biólogo Fabrício Antônio de Almeida é o responsável pelo estudo, e acompanhado dos técnicos Jesus e Clarice, trabalham diariamente na avaliação dos métodos:

Fabrício Antônio de Almeida
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Por aqui há desde os ovos, coletados através de armadilhas colocadas nas residências, onde a fêmea coloca os ovinhos num pedacinho de madeira, até o mosquito, que está em contato com produtos e os técnicos avaliam sua eficácia:

Fabrício Antônio de Almeida
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Todo o estudo será concluído em cerca de 18 meses e o que for definido em Pará de Minas, poderá ser aplicado em todo o país. As armadilhas são colocadas dentro das residências e o departamento de Combate a Endemias está preocupado com a quantidade de ovos coletados em cada casa. Num dos exemplos dados pelo gerente do setor, Adailton Antônio Moreira, em uma só residência no bairro Grão-Pará foram coletados mais de 600 ovos:

Adailton Antônio Moreira
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Mais uma vez Adailton Moreira pede a colaboração da população. Se as pessoas não fizerem sua parte, de nada adiantará o trabalho intensificado da Vigilância Sanitária:

Adailton Antônio Moreira
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A Fiocruz é a responsável por manter o laboratório, desde a compra de insumos, a equipamentos. O Município ficou com a responsabilidade de ceder os funcionários, que já eram servidores e foram realocados para o laboratório.

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