GRNEWS TV: Cobrança por resultados, estabilidade financeira e sucesso profissional afeta a saúde mental

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, a psicóloga Marina Saraiva repassou orientações importantes sobre cuidados com a saúde mental.

Pressões do cotidiano e o peso das expectativas
As pressões constantes da vida moderna e a cobrança por resultados, estabilidade financeira e sucesso profissional se soma ao excesso de informações e à sensação de que é preciso estar por dentro de tudo o tempo todo. Embora o dinheiro não seja o único fator de felicidade, ele é necessário e, quando as metas não são alcançadas, esse cenário pode gerar frustração, ansiedade e sofrimento emocional.

O papel do diálogo e do jornalismo
Marina destaca que espaços de conversa, como o jornalismo e programas de debate, cumprem uma função essencial ao trazer a saúde mental para o centro das discussões. Ao compartilhar histórias, dores e caminhos de superação, cria-se um ambiente de identificação. Muitas pessoas percebem que não estão sozinhas em seu sofrimento, o que ajuda a aliviar a pressão interna, sem diminuir a importância da dor individual de cada um.

Respeito e empatia como base do cuidado
Um dos alertas feitos pela psicóloga foi sobre o risco de minimizar o sofrimento alheio. Comparar dores ou exigir “força de vontade” pode aprofundar ainda mais o sofrimento de quem já está fragilizado. Para ela, é fundamental desenvolver empatia e respeito, entendendo que cada experiência é única e merece acolhimento, mesmo quando parece simples aos olhos de quem observa de fora.

Saber ouvir e saber encaminhar
Nem todas as pessoas estão preparadas para escutar a dor do outro. Marina explica que quem se sente emocionalmente mais estável, ainda que de forma momentânea, pode exercer esse papel com cuidado, afeto e atenção. Já quem não consegue ouvir, deve ao menos orientar para alguém que consiga ou para um profissional especializado, especialmente quando a dor se mostra intensa e persistente.

Atenção aos sinais, inclusive na velhice
Ao responder à participação de uma telespectadora sobre a mãe idosa, Marina reforçou que não se trata de viver preocupado, mas de estar atento ao discurso e às mudanças de comportamento, principalmente em pessoas mais velhas. Comentários frequentes sobre desânimo ou finitude da vida merecem escuta sensível, diálogo e, se necessário, acompanhamento em saúde mental. O cuidado começa pela atenção e pelo respeito às emoções, em todas as fases da vida.

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