GRNEWS TV: Trincas em velório do cemitério inaugurado há pouco tempo geram alerta de vereador em Pará de Minas
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, o vereador Leandro Guimarães Vieira, o Léo do Depósito, falou sobre temas diversos relacionados a sua atuação parlamentar da Câmara Municipal de Pará de Minas
Estrutura do velório apresenta fissuras com menos de dois anos de uso
Uma obra pública inaugurada há menos de dois anos em Pará de Minas passou a ser alvo de questionamentos após o surgimento de trincas na estrutura do velório do Cemitério Municipal Horizonte Parque da Serra. O espaço foi entregue à população no segundo semestre de 2024 e representou a realização de uma antiga demanda do município, criada para reduzir a superlotação do tradicional Cemitério Santo Antônio.
Durante visita recente ao local, o vereador Léo do Depósito que também é engenheiro civil por formação, identificou fissuras visíveis em paredes da estrutura, situação considerada preocupante pelo curto período desde a entrega da obra. Avaliações preliminares indicam que algumas rachaduras ultrapassam três milímetros de abertura, medida considerada significativa em avaliações técnicas iniciais.
Obra custou cerca de R$ 6 milhões
O complexo funerário foi construído com investimento aproximado de R$ 6 milhões. A expectativa era que o novo espaço garantisse mais estrutura e dignidade para as famílias em momentos delicados, além de resolver um problema histórico de falta de vagas no antigo cemitério da cidade.
No entanto, a presença de trincas na edificação levanta questionamentos sobre a qualidade da execução da obra e sobre a necessidade de uma análise técnica mais aprofundada para identificar a origem do problema.
Garantia da obra pode exigir providências
Pelas normas técnicas da construção civil e pelo Código Civil brasileiro, obras desse tipo possuem prazos de responsabilidade para a construtora. Em termos estruturais, a garantia mínima pode chegar a cinco anos após a entrega da construção.
Diante disso, autoridades locais já comunicaram a situação à Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura para que sejam tomadas providências. A expectativa é que seja feita uma vistoria técnica detalhada para identificar se houve falha de projeto, problemas na execução da obra ou eventuais questões relacionadas ao solo.
Investigação técnica deve apontar causas
Especialistas apontam que fissuras estruturais podem ter diferentes origens, como falhas de compactação do terreno, uso inadequado de materiais ou até insuficiência de ferragens na estrutura. No entanto, apenas uma perícia técnica poderá confirmar a causa real das trincas.
Enquanto isso, a fiscalização e o acompanhamento da situação devem continuar para evitar que o problema evolua e comprometa a segurança da estrutura.
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