Águas de Pará de Minas concluirá adutora do Rio Paraopeba, afastando de vez o risco de racionamento

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No próximo domingo 17 de abril, a Concessionária Águas de Pará de Minas completará um ano no município, e continua investindo alto para evitar que o pará-minense sofra novamente com a falta d’água.

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Em outubro de 2015, com aproximadamente um ano e oito meses de antecedência, uma vez que de acordo com o contrato a empresa teria prazo até abril de 2017, foi concluída a primeira etapa da adutora, proporcionando a captação de água bruta do Rio Paraopeba para a Estação de Tratamento (ETA), no Bairro Nossa Senhora das Graças.

Após esta primeira fase executada em um tempo recorde de seis meses a partir da instalação do primeiro tubo, no Distrito de Trindade, os trabalhos foram acelerados e adaptados para que a água bruta chegasse à cidade mais rápido devido à crise hídrica.

O Ribeirão Paciência e o Córrego dos Paivas estavam praticamente secos e a empresa operava o sistema de abastecimento em condições delicadas. A população continuava sofrendo com o racionamento de água. Os 28 quilômetros de tubos foram instalados em 6 meses e no dia 6 de outubro do ano passado começou a chegar a água do Rio Paraopeba a Pará de Minas. Foi um verdadeiro alívio após muito sofrimento com o desabastecimento.

Com a chegada das chuvas os mananciais próximos tiveram uma boa recuperação e a adutora foi desligada pela concessionária. Enquanto isso os trabalhos continuam para a instalação de mais bombas de sucção. Uma segunda bomba foi instalada na captação. Outras duas estão sendo colocadas nas elevatórias no Distrito de Trindade e na comunidade de Costas.

De acordo com Thiago Contage Damaceno, superintendente da Águas de Pará de Minas, esses procedimentos possibilitarão o transporte de 220 litros de água por segundo, garantindo com folga o abastecimento da cidade, principalmente durante longos períodos de estiagem:
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Thiago Contage Damaceno
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Sobre o funcionamento da adutora do Rio Paraopeba paralelamente a captação no Ribeirão Paciência e Córrego dos Paivas, o superintendente da empresa explica que o sistema será administrado de tal forma a garantir a quantidade de água necessária para ser tratada e distribuída para a população:

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Vale ressaltar que a população precisa continuar consumindo a água de forma racional mesmo com o fim do racionamento. Essa cultura deverá ser constante, pois os níveis dos reservatórios ainda não atingiram o ideal.

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