Processo de venda do terreno do CT do Porto continua paralisado

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No dia 23 de março do ano passado a Câmara Municipal aprovou uma autorização para que a prefeitura vendesse o terreno de quase um milhão de metros quadrados, às margens da BR-352.

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A votação foi apertada e a proposta do Poder Executivo Municipal foi aprovada por 9 votos a favor e 8 contra. Muitas discussões aconteceram de ambos os lados, situação e oposição.

A área foi adquirida na administração do ex-prefeito Zezé Porfírio e seria destinada a construção de um centro de treinamentos para o Futebol Clube do Porto, de Portugal. Mas, o projeto não vingou e o município detém a propriedade.

O prefeito Antônio Júlio de Faria afirma que o imóvel está parado e não tem servido aos interesses do município até então. Por isso ele optou pela venda para angariar recursos, principalmente diante das dificuldades financeiras.

Mas, um ano se passou e até agora o terreno não foi vendido. A reportagem do Portal GRNEWS voltou a conversar com o prefeito de Pará de Minas sobre o assunto para obter um posicionamento sobre a situação atual.

Antônio Júlio de Faria informa que o processo de venda do terreno onde seria o CT do Porto continua parado. Disse ainda que já foi publicado um edital e não surgiu nenhum interessado em adquirir o patrimônio:

Antônio Júlio de Faria
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Ele explica que será necessário realizar uma nova avaliação da área para que alguma entidade ou empresa possa adquiri-la. Isso para viabilizar a venda, principalmente nesta época em que o país enfrenta uma grave crise econômica:

Antônio Júlio de Faria
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A área é muito valorizada devido à boa localização e a grande quantidade de água disponível. Porém, o terreno conta com uma grande parte de área verde de preservação permanente:

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Em 2015 a Comissão de Avaliação da Prefeitura de Pará de Minas avaliou o imóvel em R$ 8,8 milhões. A lei aprovada na Câmara Municipal permite que o município efetue a venda no mínimo pela metade, ou seja, R$ 4,4 milhões.

Porém, um grupo de vereadores provocou o Ministério Público de Minas Gerais e após trâmite processual, a Justiça decidiu que o terreno não pode ser vendido por preço inferior ao que foi avaliado, ou seja, R$ 8,8 milhões. Para mudar este cenário, a administração municipal terá que solicitar nova avaliação do terreno e depois enviar novo projeto para análise dos vereadores propondo as alterações que julgar necessárias na lei.

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