Construção civil registra alto índice de desemprego em Pará de Minas e preocupa sindicalista

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Ainda é muito alto o índice de desemprego em todo o país e em alguns setores produtivos a situação é preocupante. Os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número de desempregados nos três primeiros meses de 2018 chegou a 13,7 milhões de pessoas.

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A pesquisa apontou uma diminuição de 2,7% postos de trabalho na indústria, o que corresponde a aproximadamente 327 mil pessoas. No comércio o impacto chegou a 2,2%, cerca de 396 mil trabalhadores a menos.

Na construção civil o índice chegou a 5,6%, o que pode significar menos 389 mil pessoas trabalhando. As estatísticas continuam preocupando os movimentos sindicais e principalmente os trabalhadores.

A economia vai demorar um tempo para se recuperar das grandes perdas. Por último a greve dos caminhoneiros também provocou prejuízos milionários para todo o Brasil.

De acordo com Joaquim Luiz de Freitas, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário de Pará de Minas, a situação é ainda mais grave em grandes centros urbanos, pois o número de pessoas desocupadas é muito grande:


Joaquim Luiz de Freitas
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Nas cidades menores os profissionais da construção são contratados para serviços temporários, o que ameniza o problema do desemprego. Porém, o índice de pessoas sem trabalho continua preocupante:

Joaquim Luiz de Freitas
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A redução do número de desempregados em relação ao mesmo período de 2017 não ocorreu por causa de uma melhora do mercado de trabalho, de acordo com o IBGE. Segundo o órgão, os números registrados são de trabalhadores que desistiram de procurar emprego.

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