PM se posiciona sobre morte de cidadão durante ação policial no bairro Padre Libério

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Na tarde de segunda-feira, 3 de junho, uma família acionou a Polícia Militar para conter Donizete Aparecido Ramos de 39 anos. Ele sofria de problemas mentais e no momento havia apenas três mulheres na casa que não conseguiram acalmá-lo.

A equipe chegou à Rua Nair Mendes Ferreira, bairro Padre Libério, em Pará de Minas. Conforme consta no Registro de Eventos de Defesa Social (REDS), o homem agrediu o militar e tentou tirar o bastão dele. O outro policial tentou contê-lo, em vão. A única alternativa encontrada no momento foi o disparo de arma de fogo, que acertou o peito dele. A própria equipe o levou ao Hospital Nossa Senhora da Conceição mas ele não resistiu aos ferimentos.

O corpo foi liberado para o sepultamento, mas ainda no velório os familiares foram informados por policiais civis que a autopsia não havia sido realizada, por isso o corpo seria levado para o Instituto Médico Legal (IML).

Alguns familiares acusam o policial militar de despreparo e nas redes sociais houve muita comoção por parte dos paraminenses que opinaram sobre esta morte.

Nesta sexta-feira, 7 de junho, assessoria de comunicação da 19ª Companhia Independente de Polícia Militar respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem do Portal GRNEWS durante a semana. Sargento Paulo Roberto Giardullo Pinto explica como tudo aconteceu:


Paulo Roberto Giardullo Pinto
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Sargento Paulo Giardullo conta que há registro que o homem tinha se apossado da arma de um dos militares, por isso foi necessária a ação. As irmãs dele, que estavam na casa, admitiram que o homem agrediu os policiais e pegou o revólver de acordo com o relato:

Paulo Roberto Giardullo Pinto
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Acrescenta que como a situação era de risco, inclusive a terceiros, o policial militar pode teria agido, a princípio, em legítima defesa:

Paulo Roberto Giardullo Pinto
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Sargento Paulo Giardullo explica como serão as investigações sobre o caso a partir de agora:

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A Justiça Militar colheu depoimentos de todos os envolvidos, incluindo as irmãs de Donizete. Uma perícia também foi realizada e agora é preciso aguardar a conclusão do caso para saber se os militares agiram ou não em legítima defesa.

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