Paraminenses podem ficar tranquilos quanto à construção da adutora do Rio Pará, afirma dirigente de concessionária

GRNEWS nas Redes Sociais Facebook Twitter YouTubeWhatsApp WhatsApp

Desde o rompimento da barragem em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019, que Pará de Minas planeja ações para minimizar o impacto depois da poluição do Rio Paraopeba, principal fonte de abastecimento de água na cidade.

Em março foi assinado entre o Município, Vale, Águas de Pará de Minas e Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Meio Ambiente, um Termo de Compromisso (TAC) que obriga a mineradora a construir reservatórios, uma adutora no Rio Pará, furar poços artesianos e várias outras ações que garantam abastecimento de água como era antes do rompimento. A concessionária havia investido R$ 40 milhões para que não faltasse água em Pará de Minas no período de seca.

Depois de firmar o Termo de Compromisso a mineradora começou os trabalhos. Um reservatório de 50 milhões de litros d’água, que já existia na região de Córrego do Barro, foi interligado à adutora da Águas de Pará de Minas e já ajuda na captação de água dos córregos Moreiras e Cova Danta. Além disso, poços artesianos foram perfurados, mas segundo informações, nem todos tinham vazão suficiente.

Quanto à adutora no Rio Pará, o Termo de Compromisso prevê que seja construído até maio de 2020, o que gerou comentários na cidade, pois falta menos de um ano para entregar a obra.

Thiago Contage Damaceno, que transferiu o cargo de superintendente da concessionária para o seu sucessor Rodrigo Assad Macool, ainda está em Pará de Minas acertando alguns detalhes Ele voltará para o estado do Rio de Janeiro onde foi convidado a ocupar um cargo na diretoria do Grupo Águas do Brasil.

Mas foi Thiago Contage Damaceno quem acompanhou toda a negociação com a mineradora. Foi a reuniões, apresentou projetos, cobrou ações e acredita que a Vale irá cumprir com o combinado:


Thiago Contage Damaceno
thicontaadut1

Desde o dia 29 de janeiro, quando foram coletadas amostras da água do Paraopeba e constatados altos níveis de metais pesados, a concessionária paralisou a captação no local.

Desde então o município é abastecido pelos córregos, ribeirões e poços artesianos e até agora não houve racionamento e muito menos falta d’água:

Thiago Contage Damaceno
thicontaadut2

Conforme consta no Termo de Compromisso a mineradora Vale deve terminar a construção da adutora em maio de 2020, mas como adiantou o Portal GRNEWS a mineradora solicitou prorrogação do prazo junto ao Ministério Publico de Minas Gerais. O Comitê que cuida da gestão da crise acredita que a Vale consegue cumprir a obra no prazo, pois tem dinheiro para investir em mais equipes de trabalho.

Portal GRNEWS © Todos os direitos reservados.

PUBLICIDADE
[wp_bannerize_pro id="valenoticias"]
Don`t copy text!