Serviços públicos em Pará de Minas funcionam normalmente após a paralisação dos caminhoneiros

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A paralisação dos caminhoneiros nas principais rodovias do país trouxe muitos transtornos para toda a sociedade brasileira nos últimos dias. Mesmo assim o movimento teve o apoio da grande maioria dos cidadãos.

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A categoria protestou contra a nova política adotada pela Petrobras que resultou em constantes aumentos no preço dos combustíveis, especialmente no óleo diesel. O governo concedeu redução de R$ 0,46 no litro.

Também foi aprovada uma tabela mínima do valor dos fretes e foi publicada uma medida provisória para que 30% dos fretes da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) será aberto aos caminhoneiros autônomos.

Ainda foi isenta a cobrança de pedágios para os veículos com eixos suspensos. Após essas medidas o movimento demorou a chegar ao fim e enquanto isso os prejuízos econômicos continuaram.

Nos últimos dias os proprietários de veículos enfrentaram longas filas para abastecer. O PROCON Municipal baixou uma norma para que os combustíveis foram limitados a R$ 100,00 para os carros e R$ 30,00.

O objetivo da medida era colocar limites para que um número maior de veículos fosse atendido. Nesta segunda-feira, 4 de junho, finalmente a rotina da população voltou ao normal.

De acordo com o prefeito Elias Diniz (PSD) a maior parte dos serviços públicos voltou a normalidade. Apenas os procedimentos da área de saúde serão restabelecidos totalmente nesta terça-feira, 5 de junho:


Elias Diniz
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O chefe do Poder Executivo discordou da solução encontrada pelo governo federal para colocar fim a greve dos caminhoneiros. Ele acredita que o ideal é adotar uma alíquota variável dos impostos para impedir os aumentos constantes provocados pelo mercado internacional:

Elias Diniz
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Enquanto o setor público retoma as atividades normais, as empresas privadas contabilizam os prejuízos provocados pela greve dos caminhoneiros e estuda maneiras de reduzir os impactos econômicos.

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