Julgamento dos acusados de assassinar Arthur Walace; defesa continua apontando falhas na investigação

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Teve início por volta das 10h30 o julgamento dos três acusados de planejar e assassinar o advogado paraminense Arthur Walace Barbosa Vieira no dia 30 de junho de 2016 no bairro Recanto da Lagoa em Pará de Minas.

Gustavo Henrique Muniz Nascimento de Oliveira, que estava preso na Penitenciária Nelson Hungria em Contagem na época do crime é acusado de mandar matar o advogado; e João Paulo Rocha Furlane e Michael Douglas Silva dos Santos são apontados como executores do crime.

No dia dois de agosto foi marcado o julgamento dos três acusados mas foi cancelado no início da noite, já que uma das juradas foi pega conversando ao telefone pelo próprio juiz.

Na manhã desta terça-feira, 3 de setembro, foi marcado o julgamento e os acusados chegaram escoltados. O juiz Leonardo Vieira presidiu novamente a sessão que demorou cerca de 1h30 para iniciar. Os advogados de defesa e o promotor de acusação chegaram a um consenso e dispensaram as testemunhas, já que elas haviam sido ouvidas no julgamento do mês passado.

O júri composto por quatro mulheres e três homens ouvirá durante todo o dia apenas os acusados. O primeiro a dar depoimento foi Michael Douglas Silva dos Santos que negou todas as acusações. Disse ainda que desconhece os outros rapazes.

O advogado dele, Frederico Aguiar, explica que na época do crime o cliente estava no regime semiaberto e o telefone atribuído a ele na investigação já havia sido vendido:

Frederico Aguiar
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Judite de Paula é a advogada de João Paulo Rocha Furlane, acusado de executar Arthur Walace. Ela também nega que o cliente tenha envolvimento no crime:

Judite de Paula
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Mais uma vez Dracon Cavalcante, advogado de Gustavo Henrique Muniz Nascimento de Oliveira que consta nos autos do processo ser o mandante, atribuiu a prisão dos três rapazes à falhas na investigação da Polícia Civil. Ele ainda deu novas informações sobre como a defesa irá atuar:

Dracon Cavalcante
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Os advogados de defesa creem que os três rapazes serão absolvidos do crime:

Dracon Cavalcante
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O promotor do caso é Renato de Vasconcelos Faria que pretende acusar os rapazes de homicídio duplamente qualificado. Gustavo Henrique Muniz teria mandado matar o advogado por ele ter um relacionamento com a namorada dele.

Renato de Vasconcelos admite que já esperava pelas acusações dos advogados sobre falhas na investigação da Polícia Civil. Ele afirma que o trabalho foi feito minuciosamente:

Renato de Vasconcelos Faria
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O julgamento estava previsto para terminar por voltas 2 horas da madrugada de quarta-feira (04). Porém, com a dispensa das testemunhas, o resultado deve sair bem antes.

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