GRNEWS TV: Rinite ou sinusite? Saiba identificar os sinais e evitar erros no tratamento
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Jayson Peixoto Machado, médico especialista em Otorrinolaringologia, esclareceu dúvidas sobre rinite, sinusite, gripe, resfriado, apneia do sono, garganta, ouvidos e outros.
Diagnóstico exige atenção profissional
Diferenciar uma crise de rinite alérgica de um quadro de sinusite nem sempre é simples. Embora o paciente perceba os sintomas iniciais e saiba quando procurar ajuda, o fechamento do diagnóstico deve ser feito por um médico. Só o profissional está habilitado para avaliar o quadro clínico e definir o tratamento adequado, evitando riscos e uso desnecessário de medicamentos.
Como se manifesta a rinite alérgica
A rinite alérgica é um processo inflamatório desencadeado pelo contato com alérgenos, como poeira e ácaros. Situações comuns, como limpar a casa ou entrar em ambientes fechados, podem provocar crises repentinas. Os sinais mais frequentes incluem espirros em sequência, coriza clara, coceira no nariz, olhos lacrimejando e sensação de nariz entupido. Esse conjunto de sintomas ocorre como resposta do organismo à presença do agente irritante.
Sinais típicos da sinusite
Já a sinusite costuma surgir após alguns dias de uma crise respiratória prévia. O paciente passa a sentir peso no rosto, dor na região das bochechas e até incômodo na arcada dentária superior. Em alguns casos, aparece secreção amarelada ou esverdeada, redução do olfato e obstrução nasal persistente. Diferente do que muitos pensam, a maioria das sinusites não é bacteriana.
Quando o antibiótico é necessário
Estudos indicam que cerca de 80% a 90% dos casos de sinusite têm origem viral e são autolimitados, semelhantes a gripes e resfriados. Apenas uma pequena parcela, em torno de 10%, é bacteriana e pode exigir antibiótico, sempre após avaliação médica. Por isso, na maior parte das situações, o uso desse tipo de medicamento não é indicado.
Cuidados com o ambiente
No caso da rinite alérgica, a prevenção passa por adaptar a rotina, especialmente no quarto, onde a pessoa permanece por muitas horas. Reduzir poeira, evitar acúmulo de tecidos e manter o ambiente limpo são medidas fundamentais para diminuir as crises.
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