Mercado de aves e suínos já sofria perdas, mas situação piorou com a paralisação dos caminhoneiros

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A paralisação dos caminhoneiros provocou um grande entrave no escoamento da produção de aves e suínos pelo país. Segundo estimativas, cerca de 64 milhões de aves adultas e pintinhos já morreram.

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Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a ração não chegou às fazendas. Mais de um bilhão de aves e 20 milhões de suínos receberam alimentação insuficiente.

Em uma semana de manifestação foram cerca de 100 mil toneladas de carne de aves e de suínos que deixaram de ser exportadas. Estima-se que os prejuízos chegarão à casa de US$ 350 milhões na balança comercial.

Em Pará de Minas esta realidade preocupa os produtores de aves e suínos. A expectativa é que o abastecimento de combustíveis seja normalizado com a escolta da Polícia Militar a carretas e caminhões de postos da cidade.

Mas, a crise que já estava instalada foi agravada e o país levará um bom tempo para recuperar das perdas. De acordo com Francisco José Aguiar Paixão, produtor de aves e suínos em Pará de Minas, o mercado externo deixou de comprar uma parte da produção.

As exportações tiveram queda, aumentando a concorrência no mercado interno e provocando a redução dos preços. Com isso os avicultores e suinocultores enfrentam grandes dificuldades:


Francisco José Aguiar Paixão
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Outro vilão é o alto custo com grãos como o milho. O quilo do suíno é vendido a R$ 3,00 e o frango R$ 2,80 e as propriedades independentes estão amargando prejuízos. Apenas os produtores integrados estão lucrando:

Francisco José Aguiar Paixão
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Atualmente o empresário paraminense Francisco José Aguiar Paixão mantém uma produção semanal de 500 suínos e 40 mil frangos.

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