Identificar alguém em sofrimento mental e que pensa em suicídio é difícil, mas possível, avalia psicólogo

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O mês de setembro é dedicado a falar e conscientizar a população a respeito do suicídio por meio da campanha Setembro Amarelo. Prevenível em até 90% dos casos, no Brasil são em média 12 mil registros anualmente, enquanto no mundo cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida.

Por um tempo era praticamente proibido falar sobre suicídio, pois diziam que tratar sobre o tema poderia incentivar a prática. Depois veio o Setembro Amarelo e a necessidade desta conscientização, para mostrar a quem sofre mentalmente que os problemas podem ser resolvidos e é preciso buscar ajuda.

Este foi um dos assuntos do Papo com Geraldo Rodrigues – PGR – de terça-feira, 29 de setembro, que recebeu o psicólogo Humanista e Hipnoterapeuta Everton Menezes. O PGR é transmitido pelo Portal GRNEWS de segunda a sexta-feira, de 13 às 15 horas pelo canal grnewsnoticias no Youtube.

Para o psicólogo é preciso saber falar sobre o assunto para ajudar quem precisa:


Everton Menezes
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Everton Menezes chama atenção também para o adoecimento que leva a pessoa ao pensamento suicida:

Everton Menezes
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Quando o suicídio acontece, familiares e amigos se perguntam o motivo e como não conseguiram ajudar a pessoa em sofrimento mental. É que isso não é tão fácil quanto parece, e a dificuldade já começa na identificação:

Everton Menezes
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O psicólogo Humanista e Hipnoterapeuta Everton Menezes atende no Edifício Diamond, localizado na Rua São José, 280, 15° andar – Sala 1504, Centro, em Pará de Minas-MG. Contatos pelo (37) 9 9979-9091 e também pelo Instagram.

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