GRNEWS TV: Cabeça-seca reaparece no Ribeirão Paciência e raro besouro escorpião também é registrado em Pará de Minas

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Luciano de Faria Silva, Biólogo e Ornitólogo, compartilha registros marcantes de suas expedições pela floresta amazônica, em áreas de Pará de Minas, no Centro-Oeste, e outras regiões de Minas Gerais.

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Ave ameaçada encontra alimento no Ribeirão Paciência
Pará de Minas voltou a ser palco de registros importantes da fauna. Entre eles, o cabeça-seca, ave considerada ameaçada de extinção em Minas Gerais. O animal foi visto em grande número no Ribeirão Paciência, durante um período de estiagem em que o curso d’água enfrentava poluição e baixos níveis de oxigenação. Peixes agonizando próximos à superfície se tornaram presas fáceis para as aves, que permaneceram vários dias na região, inclusive no Parque Municipal da Serra do Cristo.

Impacto ambiental e alerta para a preservação
O aparecimento do cabeça-seca em áreas urbanas expôs a vulnerabilidade do ecossistema local. A pouca água do ribeirão, associada ao esgoto e à degradação ambiental, criou um cenário propício para a presença das aves, mas também reforçou a urgência de ações para revitalizar os cursos d’água. Segundo registros, as aves chegaram a dormir em eucaliptais da região, adaptando-se temporariamente ao espaço.

Um inseto raro e curioso
Outro destaque foi o encontro com o besouro escorpião, considerado o único besouro peçonhento do mundo. Localizado em uma residência no bairro Jardim das Oliveiras, o inseto chamou a atenção por possuir nas extremidades das antenas um mecanismo capaz de inocular veneno, semelhante ao ferrão de um escorpião. Apesar do aspecto ameaçador, a toxina é comparável à picada de uma abelha e não representa alto risco para humanos, a não ser em casos de alergia.

Biodiversidade urbana
Os registros reforçam a riqueza e a complexidade da fauna local, mas também revelam os impactos da degradação ambiental. Proteger áreas verdes e recuperar cursos d’água é essencial para garantir que espécies como o cabeça-seca e até mesmo insetos raros continuem a fazer parte da biodiversidade regional.

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