O que é considerado assédio durante o Carnaval? Advogada explica

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Durante o Carnaval, a maior festa popular brasileira, além de muita alegria e diversão, há também muitos crimes. É que as pessoas confundem liberdade com libertinagem e é aí que mora o perigo.

São centenas de casos contados nos noticiários e redes sociais, de meninas que disseram “não”, mas nada adiantou. Foram assediadas e até estupradas quando os homens fingiram não entender o que elas disseram.

Um movimento chamado “Não é não” vem desde 2018 e para conscientizar as pessoas, foram distribuídas tatuagens temporárias com estes dizeres. A ideia pegou e isso ajudou muitas meninas a não serem assediadas durante as festas.

Mas infelizmente muitos casos ainda acontecem e o pior de tudo é que apenas o assédio sexual é relatado. O importante é que outros tipos de assédio sejam denunciados. Mas quais seriam eles e o que fazer?

Para orientar as mulheres que vão cair na folia em busca de diversão, a reportagem do Portal GRNEWS conversou com a advogada especialista em Direito de Família Janine Batista Lemos, que explica o que é considerado assédio:

Janine Batista Lemos
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Mesmo sendo uma festa com participação de milhões de pessoas, é importante a pessoa estar sempre atenta e andar em grupos:

Janine Batista Lemos
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A advogada sabe que por causa da quantidade de pessoas em uma festa é quase impossível identificar quem assediou a vítima. Por isso andar em grupos é interessante para que um boletim de ocorrência seja confeccionado:

Janine Batista Lemos
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Janine Batista Lemos lembra da importância de denunciar e não se calar:

Janine Batista Lemos
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Quem avistar alguma coisa ou for a vítima, é importante ligar na hora para a Polícia Militar no telefone 190.

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