Antônio Júlio diz que crise política é sem precedentes e partidos poderão se tornar agremiações

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O Brasil continua vivendo uma crise política jamais vista em todo o período em que a República foi instituída. O grande embate em sido entre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a presidente da República Dilma Rousseff.

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O clima de indefinição e a falta de diálogo chegaram a estremecer as relações entre a presidente e o vice Michel Temer. Os partidos políticos não tem se mostrado coesos e com isso ficou instalada uma grande insegurança.

Enquanto isso o Supremo Tribunal Federal já definiu os ritos de abertura do processo de impeachment da presidente da República e paralelamente o presidente da Câmara dos Deputados pode ser submetido a um processo de cassação.

O PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) faz parte da base aliada do Governo Federal e tem o maior número de cadeiras no Poder Legislativo Federal. Porém, os correligionários estão divididos.

Esta é a afirmação do prefeito Antônio Júlio de Faria, um peemedebista veterano e acompanha o partido no decorrer dos anos. Segundo ele os partidos estão divididos e se continuar assim se tornarão agremiações:

Antônio Júlio de Faria
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Ele ressalta que é preciso rever os conceitos sobre o processo democrático e começar a trabalhar a união dos partidos. Outro fator importante será o lançamento de novas lideranças com propostas concretas para o país:

Antônio Júlio de Faria
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Além de não votar os projetos de interesse do país, o Congresso Nacional e a presidência da república não vêm inspirando confiança nos investidores. Com isso o mercado financeiro tem registrado números negativos e a economia continua de mal a pior.

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