Poupança ou Tesouro Direto? Economista compara e dá dicas como aplicar seu dinheiro

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O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a BMF&F Bovespa para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.

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O programa teve início em 2002 como propósito de democratizar o acesso aos títulos públicos, ao permitir aplicações com apenas R$ 30,00. Antes do Tesouro Direto, o investimento em títulos públicos por pessoas físicas era possível somente indiretamente, por meio de fundos de renda fixa que, por cobrarem elevadas taxas de administração, especialmente em aplicações de baixo valor, reduziam a atratividade desse tipo de investimento.

Conforme consta no portal da Secretaria do Tesouro Nacional, o Tesouro Direto contribuiu para a diversificação e complementação das alternativas de investimento disponíveis no mercado, ao oferecer títulos com diferentes tipos de rentabilidade (prefixada, ligada à variação da inflação ou à variação da taxa de juros básica da economia – Selic), de prazos de vencimento e de fluxos de remuneração. Com tantas opções, fica fácil achar um título indicado para a sua necessidade.

Além de acessível e de apresentar opções de investimento que se encaixam aos seus objetivos financeiros, o Tesouro Direto oferece boa rentabilidade e liquidez diária, mesmo sendo a aplicação de menor risco do mercado.

Por estas razões, em tempos de aumento de inflação e rendimento insignificante da poupança, muitas pessoas estão migrando para o Tesouro Direto. Outros ainda têm dúvidas se vale à pena realizar esse investimento.

O economista Eduardo de Abreu Leite conversou com a reportagem do Portal GRNEWS e fez um comparativo entre as duas modalidades de aplicações financeiras. Primeiramente ele explica os motivos desta migração da poupança para o Tesouro Direto:


Eduardo de Abreu Leite
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Eduardo de Abreu Leite esclarece as principais diferenças entre a poupança e o Tesouro Direto, e como iniciar a aplicação no Tesouro Direto que rende 6% acima da inflação:

Eduardo de Abreu Leite
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Ele também cita outros tipos de aplicações que não são indexadas á inflação, oferecendo opções diferentes para quem quer investir:

Eduardo de Abreu Leite
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O economista cita que a grande vantagem do Tesouro Direto em relação às outras modalidades de aplicações financeiras, é o valor mínimo que contribui para popularizar o Tesouro Direto:

Eduardo de Abreu Leite
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Para muitos, a grande dúvida é como aplicar no Tesouro Direto. Mas o economista afirma que se trata de uma operação financeira muito simples e a partir da primeira aplicação, as demais serão ainda mais fáceis:

Eduardo de Abreu Leite
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Para o economista, outra grande vantagem de se aplicar no Tesouro Direto é um rendimento maior e garantido. Por outro lado, os juros da poupança são mais baixos e variáveis. Se a aplicação no Tesouro Direto for por um tempo mais longo, o rendimento será ainda maior:

Eduardo de Abreu Leite
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Eduardo de Abreu Leite destaca outra comparação importante. Na poupança a pessoa pode colocar todo mês uma quantia na mesma conta. Já no Tesouro Direto a cada quantia que ela investir, será uma aplicação nova:

Eduardo de Abreu Leite
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Além das informações importantes repassadas pelo economista Eduardo de Abreu Leite, veja AQUI o passo a passo para quem quer saber mais como investir no Tesouro Direto.

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