Inclusão é a palavra-chave no Dia Internacional da Síndrome de Down

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A Síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo, ocorrendo quando a criança é gerada. Elas têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como ocorre na maior parte da população.

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A ciência ainda não conseguiu explicar porque o óvulo ou o espermatozoide apresentam 24 cromossomos no lugar de 23, ou seja, um cromossomo a mais. Ao se unirem aos 23 da outra célula embrionária, resultam no número 47.


Esse cromossomo a mais aparece no par de número 21. Por isso a Síndrome de Down também é chamada de trissomia do 21. Uma falha genética que ocorre em um a cada 700 nascimentos em todo o planeta.

Crianças e adultos com a Síndrome de Down podem ter algumas características semelhantes e ficar sujeitos a maior incidência de doenças. Porém, apresentam personalidades diferentes e únicas.


Nesta quarta-feira, 21 de março, comemora-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi proposta pela entidade Down Syndrome International porque se escreve como 21/3, ao inverter os números para 3/21, é feita uma alusão a trissomia do 21.

Em Pará de Minas a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) presta um relevante serviço assistencial aos portadores da Síndrome de Down há muitos anos. O trabalho é reconhecido pela sociedade.

De acordo com Lucirene dos Santos Gomes, gerente do Serviço de Assistência Social da APAE, às pessoas com a síndrome precisam de atitudes inclusivas na sociedade para que se desenvolvam e tenham qualidade de vida:


Lucirene dos Santos Gomes
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A primeira comemoração do Dia Internacional da Síndrome de Down aconteceu no ano de 2006. A falha genética foi descoberta pelo médico britânico John Langdon Down.

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