Mosaico: Polícia Civil fecha revenda de peças usadas em São Gonçalo e notifica duas em Pará de Minas

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou nesta quinta-feira (19) a megaoperação Mosaico. O objetivo é combater desmanches e comércio clandestino de peças usadas de veículos. A Lei do Desmonte, regulamentada em Minas Gerais em 2017, pretende inibir furto, roubo e receptação de veículos, por meio da comprovação de origem das peças que chegam ao consumidor final.

As empresas especializadas em desmontagem, reciclagem e comércio destas peças devem se credenciar junto ao Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) comprovando a origem de todas as peças vendidas, estrutura mínima para realizar os serviços e o descarte controlado de óleos e fluídos.

Nos credenciados cada peça a venda recebe uma etiqueta de rastreabilidade e é incluída em um sistema informatizado que vincula ao veículo de origem e a nota fiscal.

Com os desmanches clandestinos como alvos da operação, cerca de 900 policiais civis de 140 cidades mineiras estiveram nos estabelecimentos para cumprir o que manda a Lei do Desmonte.

Cerca de 30 policiais da Delegacia Regional de Pará de Minas também vistoriaram os estabelecimentos na cidade, em São Gonçalo do Pará e em Papagaios. Em Pará de Minas dois foram notificados. Eles estão em processo de credenciamento junto ao Detran-MG e tem agora prazo de 30 dias para se adequar às normas. Em Papagaios um também foi vistoriado e notificado; e em São Gonçalo do Pará, uma revenda de peças usadas foi interditada. O proprietário ainda não se credenciou e durante a fiscalização não apresentou nenhuma nota fiscal que comprovasse a origem das peças. Segundo o delegado regional Carlos Henrique Gomes Bueno, a operação tem saldo positivo na região:

Carlos Henrique Gomes Bueno
carloshenriqueoperacaomosaico

A operação recebeu este nome porque no mosaico as peças são reunidas e encaixadas para construir uma imagem, assim como no veículo, onde as peças são montadas para que ele funcione perfeitamente.

A Polícia Civil pede que o consumidor também ajude a desestimular o comércio ilegal de peças usadas. Basta comprar somente de empresas que estejam credenciadas ao Detran-MG.

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