GRNEWS TV: Vereadora afirma que violência contra a mulher exige união e resposta rápida em Pará de Minas
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Irene Melo Franco, vereadora. vice-presidente da Mesa Diretora, Presidente da Procuradoria da Mulher, da Comissão de Legislação e Justiça da Câmara Municipal e presidente do Partido Verde (PV) no município, falou sobre temas diversos com foco no combate a violência contra a mulher.
Pacto nacional revela gravidade do cenário
A violência contra a mulher segue como um dos problemas mais alarmantes do país. O Brasil registrou 1.518 feminicídios no último ano, número que ajudou a impulsionar um pacto nacional envolvendo Executivo, Legislativo e Judiciário. A união inédita dos três poderes evidencia que a situação chegou a um nível crítico e exige ações mais eficazes, especialmente na prevenção e na punição dos agressores.
Realidade preocupante em Pará de Minas
Em Pará de Minas, os dados também acendem o sinal de alerta. Casos de violência doméstica são recorrentes e demandam atenção permanente do poder público. A Procuradoria da Mulher tem atuado no acolhimento de vítimas, oferecendo escuta qualificada e encaminhamento para os órgãos competentes, como Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS), Polícia Civil, Polícia Militar e rede de saúde, garantindo proteção e orientação às mulheres em situação de risco.
Números que reforçam o alerta
Levantamentos oficiais mostram que, em 2024, a Polícia Militar realizou 144 prisões relacionadas a crimes de violência doméstica no município. Em 2025, esse número subiu para 186. Já a Guarda Civil Municipal registrou 13 ocorrências em 2024 e 25 em 2025, totalizando 38 casos. Os dados indicam crescimento e reforçam a necessidade de políticas públicas mais ágeis e integradas.
Violência vai além da agressão física
Segundo a vereadora Irene Melo Franco, é essencial ampliar a compreensão sobre os diferentes tipos de violência. Além da física, existem a psicológica, a patrimonial e a sexual, muitas vezes invisibilizadas. Reconhecer esses sinais é fundamental para romper o ciclo de agressões, que geralmente começa de forma silenciosa e tende a se agravar.
Medidas protetivas e justiça mais rápida
Apesar das leis existentes, o grande desafio é acelerar a concessão de medidas protetivas e garantir punições mais céleres aos agressores. O pacto nacional surge como esperança de que a resposta do Estado seja mais firme, protegendo vidas e fortalecendo a rede de apoio às mulheres.
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