Paciente com suspeita de Dengue reclama de atendimento, da demora para coletar sangue e entregar resultado

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O município de Pará de Minas continua enfrentando sua terceira epidemia de Dengue em 2019. A primeira teve início em 1999 e só foi controlada no ano 2000. A segunda em 2016 com quase cinco mil casos da doença e cinco mortes causadas pela doença.

Novo Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde publicado nesta segunda (13) mostra que os casos em Pará de Minas saltaram para 1.330. Porém, como há atraso no registro de uma semana, o cenário é ainda pior e a Secretaria Municipal de Saúde confirma 1.600 casos prováveis de Dengue em Pará de Minas, onde foi decretada situação de emergência na saúde pública no município.

Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas as filas são enormes formadas por muitos paraminenses com suspeitas de ter contraído Dengue. Para acelerar o atendimento, a Secretaria Municipal de Saúde ampliou o horário de alguns postos. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos bairros Grão-Pará e Santos Dumont e a Policlínica Nossa Senhora da Piedade atendem casos suspeitos entre 16 e 21 horas de segunda a sexta-feira.

A Secretaria Municipal de Saúde pede que os pacientes procurem inicialmente as UBS para só depois, caso não seja atendido ou esteja fora do horário estendido, procurar a UPA.

E foi isso que fez o Fernando Luiz de Paula. O estruturista mora no bairro União, com suspeita de Dengue ele procurou a UBS do bairro São Pedro. Somente dois dias depois conseguiu fazer o exame de sangue, mas reclama que o resultado demorou a ser entregue, pois segundo ele, foi informado que o aparelho havia estragado:


Fernando Luiz de Paula
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Ele pede mudanças na forma de atendimento na UBS do bairro São Pedro. Os pacientes com sintomas de Dengue têm que esperar muito tempo até serem atendidos:

Fernando Luiz de Paula
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Segundo Fernando Luiz de Paula as Unidades Básicas de Saúde não tem resolvido os problemas dos pacientes e a única forma é procurar a UPA, onde foi bem atendido:

Fernando Luiz de Paula
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Procurada pela reportagem do Portal GRNEWS, a Secretaria Municipal de Saúde informou “que o aparelho que realiza os exames entrou em manutenção corretiva e isso gerou demanda reprimida na liberação dos exames. Foram 26 horas sem os resultados e o Hospital Nossa Senhora da Conceição realizou os casos considerados prioritários.

A Secretaria ressaltou ainda que não houve prejuízo nos atendimentos e casos mais simples apenas demoraram mais a ser liberados que os apresentavam riscos. Assim que o equipamento foi liberado a situação foi normalizada e o paciente em questão, atendido.”

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