Museu Histórico de Pará de Minas preserva patrimônio municipal atento às normas de segurança

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Um curto-circuito nas instalações elétricas do Museu Nacional do Rio de Janeiro fez com que um grande incêndio iniciasse no dia 2 de setembro de 2018. Após o Corpo de Bombeiros iniciar os trabalhos, horas depois as chamas foram controladas mas o estrago já estava feito. Cerca de 90% de todo o acervo, especializado em ciências naturais e antropológicas, virou cinza.


Um ano depois, data lembrada na segunda (2), 50 salas foram completamente limpas e tiveram os escombros analisados por equipes especializadas que esperam recuperar o maior número possível do acervo. Até o fim do ano outras 15 salas devem ser limpas.

O governo federal liberou um orçamento de R$ 16 milhões para os trabalhos iniciais. Doações de outros países e da ONG SOS Amigos do Museu conseguiram arrecadas R$ 1 milhão que será utilizado também no garimpo dos itens de acervo.


Desde a tragédia no Museu Nacional do Rio de Janeiro, as autoridades se alertaram para a situação dos outros museus espalhados pelo Brasil afora. Várias ações foram intensificadas para que a tragédia não se repita.

Em Pará de Minas equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) visitou por três vezes o imóvel localizado no Centro da cidade e constatou que tudo está de acordo com as normas de segurança.


Sobre o assunto, a reportagem do Portal GRNEWS conversou com a gerente do Museu Histórico de Pará de Minas (MUSPAM) Ana Maria Campos. Ela avalia que o incêndio no Rio serviu como um gatilho para que os órgãos ficassem atentos aos sistemas de segurança dos museus em todo o país:


Ana Maria Campos
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O MUSPAM possui todo o projeto de combate a incêndio e câmeras de vigilância ajudam no monitoramento:

Ana Maria Campos
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O Museu Nacional do Rio de Janeiro foi cercado por tapumes de metal e contêineres funcionam como laboratórios e depósitos. Uma cobertura provisória também foi instalada para evitar a chuva e as paredes de todo o imóvel foram escoradas. A expectativa é que ele seja reaberto em 2022 e a obra termine em 2025.

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