Eduardo Barbosa vê como retrocesso e desrespeito veto de Bolsonaro a trecho do auxilio emergencial que trata do BPC

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O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou na quinta-feira (2), a Lei nº 13.982 que trata do auxílio emergencial, que também ficou conhecido como “coronavoucher”. O valor de R$ 600 será pago a trabalhadores sem emprego formal, microempreendedores individuais (MEI) ou contribuintes da Previdência Social.

Dois membros de cada família podem receber o benefício desde que atendam a uma série de critérios impostos pela nova lei.

A lei é fruto de um projeto do deputado federal Eduardo Barbosa (PSDB) que impõe critérios que avaliam a vulnerabilidade do candidato ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aumentaria o limite mínimo de renda familiar per capita para ter direito ao benefício.

Porém esta parte do projeto do deputado foi vetada pelo presidente da República, alterando os limites a partir de 2021. A noticia não foi bem recebida pelo autor da proposta, que classificou o veto, ao Portal GRNEWS, como retrocesso. Eduardo Barbosa afirma que houve desrespeito por parte do governo:

Eduardo Barbosa
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O deputado federal Eduardo Barbosa garante ainda que esta forma leviana como a questão foi tratada não passará despercebida. Ele pretende mobilizar o Congresso Nacional para derrubar o veto da Presidência da República.

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