Esgoto a céu aberto incomoda moradores de vários bairros de Pará de Minas, diz Vigilância Sanitária

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As denúncias chegaram ao Departamento de Vigilância Sanitária e estão sendo apuradas. Moradores reclamam da falta de infraestrutura para o esgotamento sanitário em algumas ruas.

Os proprietários construíram imóveis em regiões que não possuem a rede pública de coleta de esgoto e para piorar ainda mais a situação não construíram fossas e optaram por jogar o esgoto na rua.


Trata-se de um problema que pode comprometer a saúde pública, contribuindo para a proliferação de insetos e animais peçonhentos. Além disso, pode formar poças d’água que servem de criadouro do mosquito transmissor da dengue.

Na rua Dr. Aloísio Procópio Lobato, no bairro Senador Valadares, próximo da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), foi constatado que um imóvel não possui fornecimento de água e nem rede de tratamento de esgoto.


Adelmo Lemos Batista, biólogo do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Pará de Minas, fez uma visita ao local e verificou que a água chega à edificação por meio de poço artesiano.

O problema do esgoto será repassado para a Agência Reguladora do Serviço de Água e Esgoto (ARSAP), que deverá tomar todas as providências necessárias para que o problema seja sanado:


Adelmo Lemos Batista
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Na rua Crisandália, bairro Jardim Castelo Branco, existem três imóveis em situação delicada. Em duas residências o esgoto é jogado diretamente na rua e a rede de esgoto não foi construída em um determinado trecho:

Adelmo Lemos Batista
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A ARSAP foi criada no município após o início das atividades da concessionária Águas de Pará de Minas. O órgão atua fiscalizando as águas e o sistema de esgoto sanitário e em alguns casos pode acionar o Ministério Público do Meio Ambiente na Comarca.

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