Paraminenses se posicionam sobre o compartilhamento de imagens de pessoas mortas ou feridas nas redes sociais

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Com a tecnologia cada vez mais acessível é raro ver hoje em dia uma pessoa que não tenha um smartphone. Todo mundo quer tirar foto de tudo e ficou fácil saber o que acontece no mundo apenas olhando o telefone. Nas redes sociais e aplicativos de mensagens então, os grupos mostram a cada minuto o que está acontecendo com fotos, vídeos e áudios.

Porém muita gente acredita que algumas situações passaram do limite. Em casos de acidentes por exemplo, há pessoas que não se intimidam em filmar pessoas muito feridas ou até mortas. Casos como este ganharam repercussão em 2015, com a morte do cantor sertanejo Cristiano Araújo. Imagens dele e da namorada Allana mortos, no Instituto Médico Legal, rodaram o Brasil e acendeu uma luz da falta de senso crítico das pessoas que acreditam que podem filmar tudo que veem pela frente.

Recentemente novas imagens de um famoso morto. Fotos e vídeos do cantor Gabriel Diniz que faleceu após a queda de uma aeronave, apareceram em várias redes sociais e isso chocou muita gente.

Em Pará de Minas a situação não é diferente. Em casos de acidentes na cidade como os sofridos por pessoas daqui, é comum vermos vídeos e fotos da fatalidade, mas é importante deixar claro que as pessoas estão se conscientizando e quando veem que é algo do gênero preferem nem abrir as imagens.

Diante desse cenário, a reportagem do Portal GRNEWS foi às ruas saber o que a população acha desta situação considerada pela maioria insustentável e difícil de parar.

A repórter Geise Inácio se incomodou com as imagens que viu na segunda-feira, 1º de julho, de uma senhora de 87 anos que morreu após uma queda no bairro Nossa Senhora das Graças e mostrou sua indignação com um texto publicado em rede social. Ela pede mais respeito das pessoas:

Geise Inácio
geise_inacio_redessociais1


Ela se colocou no lugar da família, que viu as imagens e às vezes nem sabia do ocorrido:

Geise Inácio
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O operador de caixa Marcelo Augusto Silva também não gosta deste tipo de imagem nos grupos e acredita que quem filma quer ser visto nas redes sociais:

Marcelo Augusto da Silva
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Além de ser desumano e desrespeitoso, compartilhar fotos e vídeos de pessoas mortas vítimas de acidente ou homicídio é crime, previsto no Código Penal, artigo 212. A pena prevista é de um a três anos de detenção e multa.

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