Praticantes de musculação lideram a importação de medicamentos à base de cannabis para tratamento
Um levantamento inédito realizado pela Blis Data 2026, reconhecida como a maior base de dados sobre pacientes canábicos de toda a América Latina, revelou que os entusiastas do treinamento de força são os principais usuários de terapias importadas com a substância. A atividade física focada no desenvolvimento muscular desponta no topo absoluto da lista, sendo a modalidade praticada por 44% do público analisado.
O hábito de erguer pesos nos treinos demonstra uma liderança isolada em relação aos demais exercícios. Para efeito de comparação, a caminhada surge na segunda posição do ranking com um percentual de apenas 9%. Logo em seguida aparecem a corrida, com 8,4%, e o pilates, que responde por uma fatia de 8% dos usuários.
O comportamento esportivo e a posição do futebol
O ciclismo ocupa o quinto lugar do levantamento, retendo uma participação de 6%. Quando expandida para uma listagem com os dez principais esportes mencionados pelos pacientes, chama a atenção o desempenho do futebol. A paixão nacional brasileira ficou posicionada na penúltima colocação, ocupando o nono lugar entre os esportes listados pelos indivíduos que realizam o tratamento.
A pesquisa também se aprofundou na rotina de treinos mantida por esse público. A maior parcela dos entrevistados, somando 54%, declarou que frequenta os treinos de três a cinco vezes no decorrer da semana. Há ainda um grupo bastante focado composto por 20% dos participantes, os quais informaram que mantêm a prática de exercícios físicos de forma diária.
Principais sintomas relatados e a combinação terapêutica
O mapeamento estruturado pela plataforma identificou quais são os incômodos que mais motivam a busca por produtos derivados da planta. Em primeiro lugar no ranking de reclamações está o déficit ou perda de foco. O segundo problema mais recorrente envolve a baixa qualidade do sono, seguido de perto pelo estresse vivenciado nas primeiras horas da manhã.
A análise indicou também como funciona o plano de tratamento desses pacientes em relação às terapias médicas tradicionais. Os dados demonstram que mais de 54% das pessoas combinam o uso do remédio importado canábico com outras medicações alopáticas ou convencionais de forma simultânea.
Para estruturar o estudo, a Blis Data realizou um filtro minucioso em sua plataforma com mais de 75 mil registros. O recorte final focou especificamente no comportamento das pessoas que declararam não ser sedentárias, o que representa a maior parte da amostragem, totalizando mais de 47 mil voluntários. Esse banco de informações é construído por adesão espontânea e engloba o monitoramento de fatores emocionais interligados aos cuidados de saúde com fitofármacos da cannabis sativa. Com informações da Agência Brasil


