GRNEWS TV: Fórum debate avanço da violência contra mulheres e reforça rede de apoio em Pará de Minas
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Priscilla Messiane, psicóloga da UBS Baixo Santos Dumont e Mariane Melo, coordenadora do CREAS falaram sobre o 2º Fórum de Enfrentamento à Violência Contra Meninas e Mulheres de Pará de Minas.
Evento mobiliza profissionais e comunidade
A especialistas destacaram a importância do 2º Fórum de Enfrentamento à Violência Contra Meninas e Mulheres de Pará de Minas. A psicóloga Priscilla Messiane, da UBS Baixo Santos Dumont, e a coordenadora do CREAS, Mariane Melo, reforçaram o papel do evento na conscientização e no fortalecimento da rede de proteção.
Fórum amplia debate e orienta população
O encontro será realizado nesta quarta-feira, 25 de março, a partir das 8 horas, no Teatro Municipal Geraldina Campos de Almeida e pretende discutir estratégias de enfrentamento, além de orientar a população sobre formas de prevenção e denúncia. A programação inclui reflexões sobre o Pacto Nacional de combate ao feminicídio e a atuação dos serviços públicos. As pessoas interessadas em participar podem comparecer ao teatro, sem a necessidade de inscrição ou retirada de convites.
Crescimento dos casos preocupa autoridades
O evento ocorre em momento de aumento dos registros de violência doméstica no município acompanha um cenário mais amplo, reconhecido inclusive internacionalmente. A ONU já classificou a violência contra mulheres como uma emergência global, o que exige ações articuladas e permanentes. Também foi criado pelos três poderes da República, o Pacto Nacional do Brasil Contra o Feminicídio.
Rede de acolhimento é essencial
As especialistas destacaram o papel das Unidades Básicas de Saúde e do Sistema Único de Saúde no acolhimento inicial das vítimas. Também explicaram a diferença entre CRAS e CREAS, sendo o primeiro voltado à prevenção e o segundo responsável pelo atendimento de situações de violação de direitos já ocorridas.
Violência vai além da agressão física
Outro ponto de atenção é a compreensão de que a violência não se limita à agressão física. Casos psicológicos, morais e patrimoniais costumam anteceder episódios mais graves. Por isso, identificar sinais precoces e buscar ajuda é fundamental.
Denúncia pode salvar vidas
As profissionais reforçam que não existe um momento ideal para denunciar. Qualquer situação de violência deve ser comunicada às autoridades, garantindo proteção e rompendo ciclos de abuso.
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