GRNEWS TV: Cortes no transporte da Saúde causam grande impacto às pessoas mais vulneráveis em Pará de Minas, diz vereador

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, o vereador Leonardo Xavier Assunção Silva, o Léo Xavier, vice-presidente da atual Mesa Diretora da Câmara Municipal de Pará de Minas, abordou temas diversos sobre sua atuação parlamentar.

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CPI amplia acesso a informações sensíveis
Com o início da CPI do Transporte da Saúde, novos dados passaram a vir à tona e reforçaram preocupações já existentes. A avaliação é de que, na prática, a redução de gastos tem recaído justamente sobre quem mais precisa do serviço público, afetando diretamente pacientes em situação de vulnerabilidade.

Dificuldade maior para quem mora longe
Um dos exemplos citados envolve moradores da zona rural e bairros periféricos que dependem do transporte oferecido pelo município para realizar tratamento fora do domicílio. Antes realizado pela Secretaria Municipal de Saúde, o serviço deixou de atender esses casos, fazendo com que pacientes percam consultas por falta de meios para chegar ao local. Em situações extremas, vereadores relatam que precisam buscar pessoas de madrugada para evitar a perda do atendimento.

Vidas não podem ser tratadas como números
A crítica central é que o debate vai além de planilhas e percentuais. Trata-se de pessoas que não possuem recursos financeiros nem autonomia para se deslocar, sejam da zona rural ou de bairros periféricos. A defesa é de que decisões administrativas precisam considerar o impacto humano, lembrando que qualquer paciente poderia ser um familiar próximo.

Integração entre secretarias é fundamental
Para enfrentar o problema, é apontada a necessidade de atuação conjunta entre Saúde e Assistência Social. As secretarias não podem funcionar de forma isolada, já que muitos pacientes precisam de apoio completo, desde transporte até orientação em questões burocráticas e sociais.

Equilíbrio fiscal sem sacrificar serviços
O argumento final reforça que, com gastos elevados na folha de pagamento, haveria margem para ampliar a oferta de serviços. O desafio está em encontrar equilíbrio, evitando novos cortes que comprometam o atendimento e garantam que os recursos existentes sejam usados para proteger quem mais precisa.

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