Mercado de trabalho brasileiro registra marca histórica com menor desocupação em treze anos
O cenário econômico brasileiro encerra o penúltimo mês de 2025 com números extremamente positivos para o setor de empregos. De acordo com os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo IBGE, a taxa de desocupação recuou para 5,2% no trimestre finalizado em novembro. Este percentual representa o patamar mais baixo registrado desde o início da série histórica atual, iniciada em 2012, consolidando uma trajetória de recuperação robusta da força de trabalho nacional.
Queda acentuada no número de pessoas em busca de oportunidades
A redução percentual reflete uma realidade numérica impressionante: o contingente de brasileiros sem ocupação caiu para 5,6 milhões de pessoas no período entre setembro e novembro. Este é o menor volume de desempregados já monitorado pela pesquisa. Para efeito de comparação, o momento mais crítico vivido pelo país ocorreu em março de 2021, durante os impactos mais severos da crise sanitária, quando o Brasil chegou a contabilizar quase 15 milhões de cidadãos fora do mercado de trabalho.
Recorde de brasileiros inseridos na força produtiva
Acompanhando o declínio do desemprego, o país atingiu um novo ápice no volume de trabalhadores ativos. Atualmente, 103,2 milhões de pessoas compõem a população ocupada, um recorde absoluto para a estatística nacional. Esse avanço elevou o nível de ocupação — que mede o percentual de cidadãos com idade para trabalhar que efetivamente possuem uma função — para 59,0%. Esse índice também se consagra como o maior já documentado pela série histórica do instituto.
Estabilidade e perspectivas para o fechamento do ano
Os resultados indicam um fortalecimento estrutural da economia, onde a oferta de vagas tem conseguido absorver a demanda crescente da população. O equilíbrio entre o menor número de desocupados e o maior número de profissionais empregados aponta para um fechamento de ano com maior circulação de renda e estabilidade social. O desempenho atual supera as expectativas e sinaliza um novo patamar para o mercado de trabalho brasileiro na metade desta década. Com informações da Agência Brasil

