Réveillon carioca deve movimentar mais de 3 bilhões de reais na economia local
O Rio de Janeiro se prepara para uma das viradas de ano mais lucrativas de sua história recente. De acordo com o levantamento “Réveillon em Dados”, organizado pela prefeitura por meio da Riotur e órgãos de desenvolvimento econômico, a celebração de 2026 deve gerar uma movimentação financeira de R$ 3,34 bilhões. O montante representa um crescimento de 6% em comparação ao período anterior, consolidando o evento como o segundo motor econômico da cidade, ficando atrás apenas do Carnaval em termos de impacto financeiro.
Público massivo e impacto nos setores de serviços
A expectativa é que a capital fluminense receba mais de 5 milhões de pessoas distribuídas pelos diversos pontos de festa organizados pelo município. A Praia de Copacabana continua sendo o epicentro das celebrações, com a estimativa de concentrar, sozinha, metade de todo o público previsto. Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, essa aglomeração de turistas e moradores impulsiona diretamente o faturamento de hotéis, bares, restaurantes e do setor de transporte, gerando um fluxo intenso de notas fiscais que comprovam a força do turismo carioca no início do ano.
Copacabana terá constelação de artistas em três palcos
Para garantir o sucesso de público e a movimentação econômica, a prefeitura montou uma programação diversificada na Princesinha do Mar. O Palco Rio, localizado em frente ao icônico Copacabana Palace, será o centro das atenções com apresentações de lendas da música brasileira como Gilberto Gil e Ney Matogrosso, além de nomes como Iza, DJ Alok, Belo e a escola de samba Beija-Flor. O ecletismo marca a virada, garantindo entretenimento para diferentes perfis de visitantes.
Diversidade rítmica do Leme ao Samba
Além do palco principal, a orla contará com o Palco Samba, que promete agitar o público com Diogo Nogueira, Mart’nália e o Bloco da Preta, encerrando com a energia da Grande Rio. Já o Palco Leme será dedicado exclusivamente à música gospel, trazendo nomes conhecidos do gênero como Thalles Roberto e Midian Lima. Para as autoridades municipais, essa estrutura robusta não é apenas uma celebração cultural, mas uma ferramenta estratégica de indução da atividade econômica que beneficia milhares de trabalhadores e prestadores de serviços no Rio de Janeiro. Com informações da Agência Brasil


