GRNEWS TV: Informação fortalece mulheres e amplia denúncias sobre casos de violência

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, a delegada Ana Cristina de Oliveira Bicalho Leão e a escrivã Nathanny Sena, apresentaram dados preocupantes e falaram sobre a atuação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) na 3ª Delegacia Regional de Segurança Pública da Polícia Civil, sediada em Pará de Minas.

Conhecimento garante direitos mesmo fora de casa
A mudança na legislação e o avanço da informação têm transformado a forma como mulheres enfrentam a violência doméstica. Se antes muitas acreditavam que deixar o lar significaria perder direitos, hoje a realidade é diferente. A orientação é clara: preservar a vida e a integridade física é prioridade. Estando dentro ou fora de casa, os direitos permanecem garantidos.

Conversas públicas, campanhas educativas e a divulgação de canais de apoio contribuíram para ampliar o conhecimento. Procurar a delegacia passou a ser visto não apenas como denúncia, mas também como oportunidade de receber orientação jurídica e social.

Rede de proteção atua de forma integrada
Além do atendimento policial, a mulher pode buscar suporte na Defensoria Pública, com advogado particular e em entidades como a Associação Por Elas e o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres. Em muitos casos, ao solicitar medida protetiva, a vítima tem assegurado o afastamento imediato do agressor do lar, sem que isso implique perda de bens ou direitos.

Os canais 190 (Polícia Militar) e o Ligue 180 também funcionam como portas de entrada para orientação e denúncia, inclusive de forma anônima. A informação correta ajuda a romper mitos que, no passado, mantinham muitas vítimas em silêncio.

Números revelam cenário preocupante em Pará de Minas
Dados da Delegacia da Polícia Civil de Pará de Minas mostram que, no ano passado, foram registrados 330 procedimentos relacionados à violência doméstica. Apesar de não haver registro de feminicídio no período, 209 medidas protetivas foram solicitadas, média de quase 20 por mês.

Autoridades policiais destacam que a maioria das vítimas chega em situação de vulnerabilidade. O primeiro atendimento é individualizado, com triagem detalhada para identificar o tipo de violência e indicar as providências adequadas. O aumento das denúncias é visto como reflexo de maior conscientização e busca por proteção.

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