GRNEWS TV: Hepatite A acende alerta após contato com água contaminada

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Maria de Lourdes Liguori, enfermeira Referência Técnica da Vigilância Epidemiológica Municipal e Oscar Leitão, médico-veterinário e Referência Técnica do Centro de Controle Zoonoses São Francisco de Assis (CCZ), repassaram orientações sobre sintomas, causas e tratamento da Leptospirose, Hepatite A, Tétano, Diarreia, doenças respiratórias, arboviroses e alertaram sobre o surgimento de Animais peçonhentos.

Transmissão silenciosa preocupa famílias
A hepatite A é uma inflamação do fígado transmitida principalmente pela via fecal-oral, comum em situações de água ou alimentos contaminados. Também pode ocorrer por contato íntimo, inclusive em práticas sexuais como sexo oral e genital. Em períodos de enchentes e enxurradas, o risco aumenta devido à exposição a ambientes insalubres.

Surtos costumam atingir crianças, especialmente em escolas e creches. Como o período de incubação é mais longo, a pessoa pode transmitir o vírus antes mesmo do aparecimento dos sintomas, facilitando a disseminação entre colegas e familiares.

Sintomas exigem atenção imediata
Os sinais são típicos de comprometimento hepático. Falta de apetite, náuseas, cansaço e pele amarelada estão entre os mais comuns. Um alerta importante é a mudança na cor da urina, que pode ficar escura, semelhante a refrigerante de cola. As fezes esbranquiçadas indicam estágio mais avançado da doença.

Diante de qualquer suspeita após contato com água imprópria, é fundamental procurar atendimento de saúde. O diagnóstico depende de avaliação clínica e exames laboratoriais que identificam alterações nas enzimas do fígado.

Tratamento é de suporte e requer isolamento
Não há medicação específica contra o vírus da hepatite A. O tratamento é voltado para alívio dos sintomas, controle da febre e acompanhamento clínico. Casos leves podem ser monitorados em casa, enquanto situações mais graves exigem internação.

O isolamento e os cuidados com higiene são essenciais para evitar novas infecções. A limpeza adequada do banheiro, uso de hipoclorito de sódio e atenção redobrada na manipulação de alimentos ajudam a interromper a cadeia de transmissão.

A prevenção passa por saneamento, água tratada e hábitos rigorosos de higiene, especialmente após enchentes.

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