Empresário afirma que vendas aumentaram, mas Natal será de lembrancinhas

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Com o advento da crise financeira, o alto nível de desemprego e o endividamento das famílias, o Natal de 2016 deverá ser de poucos gastos com presentes. Porém, o que não poderá faltar são as lembrancinhas.

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A oferta de produtos à disposição do consumidor é infindável. São roupas, joias, brinquedos, eletroeletrônicos, calçados, entre outros. Mas na hora de comprar a pesquisa de preços é o maior aliado do cliente.

Entretanto, os lojistas esperam aquecer as vendas e para isso apostam nas promoções, os descontos e as facilidades de pagamento. Vale tudo para agradar a clientela às vésperas das festas de fim de ano.

Segundo o comerciante José Misael de Almeida, a indústria brasileira acordou para a dura realidade do país e lançou diversas novidades a um preço mais acessível para os consumidores. Isso tem ajudado a alavancar as vendas.

Os produtos fabricados no Brasil atingiram um preço melhor e estão concorrendo lealmente com os importados. Além disso, as garantias dadas são melhores para os comerciantes e os clientes:

José Misael de Almeida
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O lojista reconhece que a situação econômica atual não é das melhores e por isso muitas pessoas usarão o décimo terceiro salário para quitar dívidas. O nome limpo possibilita a compra de lembrancinhas para parentes e amigos:

José Misael de Almeida
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De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o preço médio real para os presentes de Natal subiu 12%, passando de R$ 91,42 para R$ 102,35, de 2015 para 2016. Os itens mais procurados são roupas e brinquedos.

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