Sindicalista teme greve de caminhoneiros após aumentos constantes no preço do diesel

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Caminhoneiros do país inteiro estão revoltados com mais um aumento no preço do litro do diesel. Na semana passada, o aumento de 15,2% nas refinarias se tornou o terceiro reajuste em menos de trinta dias. Eles pedem um posicionamento do governo federal que já sinalizou que vai suspender os impostos federais por dois meses, contados a partir de 1º de março, para então começar a analisar o que pode ser feito.

Mas isto não é o suficiente para quem trabalha com transporte. Além de correr riscos nas estradas em péssimas condições muitas vezes e sem qualquer segurança, e o preço do litro do diesel, eles têm que arcar com outros gastos como pedágios, alimentação, pernoites, fora os custos com os veículos.

Recentemente o Portal GRNEWS ouviu o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Rodoviário de Pará de Minas Francisco Ferreira Borges que analisou uma possível greve dos caminhoneiros logo no início de fevereiro. À época ele disse que o movimento não emplacaria pois aquela não era hora para paralisação.

E mesmo com apenas uma ameaça de greve, a categoria acreditou que alguns benefícios seriam concedidos à classe, o que não aconteceu:


Francisco Ferreira Borges

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A suspensão temporária dos impostos por dois meses pode aliviar um pouco a situação dos transportadores, caso o percentual chegue e fato às bombas e combustíveis. Mas, Francisco Ferreira Borges acredita que muita coisa precisa mudar para melhorar a vida do trabalhador:

Francisco Ferreira Borges
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O preço médio do litro do diesel nas refinarias passou para R$ 2,58, aumento de R$ 0,34. A alta acumulada deste ano chega a 27,5%, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O governo federal enviou no dia 12 de fevereiro ao Congresso Nacional uma proposta que altera a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tornando o imposto fixo por litro de combustível. Atualmente compete a cada estado definir a alíquota do ICMS.

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